segunda-feira, 22 de julho de 2013

Mixagem: Dicas de David Gibson: fazendo uma mixagem visualmente em 5 passos.

http://www.soundhealingcenter.com/images/facilities/David-at-Mixer.jpgVocê já se perguntou porque ao escutar uma música na rádio, tv, internet ou no seu celular parece tão fácil gravar e mixar?
Porém quando a gente mete a "mão na massa" vê que a coisa não é bem assim! Mas voltando a velha "questão" se você tem os equipamentos, a letra, os arranjos, a harmonia, a melodia e os músicos para executar tudo isso além do espaço correto então o que anda acontecendo?
Para você tentar entender melhor, vou ilustrar uma coisa que li no livro de David Gibson - A Arte da Mixagem  (o vídeo do livro está disponível aqui no you tube, porém em inglês)
porque muitas vezes para você compreender a mixagem não basta ouvir tem que imagnar!
Para música aconselho a você pegar uma música que gosta ou uma no mesmo estilo que esteja gravando coloque em sua DAW ou num editor de áudio e vamos imaginar!

terça-feira, 2 de julho de 2013

Conhecendo o plugin Amplitube 3.7

Quem grava sabe que hoje em dia quase tudo pode ser feito via plugin (dependendo a placa de som que você usa)e não primeira vez que falo sobre plugins de guitarra no blog (já fiz o teste do concorrente direto do Amplitube o Guitar Rig 5) e hoje decidi falar um pouco do Amplitube versão 3.7 já que estou usando mesmo em algumas gravações.

Do Amplitube 1.3 ao 3.9 

Amplitube 1.3 a 3.9
A primeira versão do Amplitube inovou por finalmente em VST se tinha um "simulador" de qualidade (antes era só privilégio do SansAmp da DAW Pro tools) e realmente era muito bom (ainda é pois tem sons muito bacanas) e com um pacote de "presets" que você baixava no site dava acesso a "timbres famosos" de várias músicas (o preset de Layla, Give your love a bad name e Welcome to the jungle era impressionantes de tão perto da gravação!Parecia samples!) e após isso a IK Multimedia lançou mais alguns Amplitube baseados no 1.3 (tinha o Live, o Free, LE) somente depois fizeram o Amplitube 2 que mudou "radicalmente" sua perspectiva deixando bem mais organizado seus ambientes (lembrando que a N.I já tinha lançado o Guitar Rig 3 nessa altura do campeonato) deixando bem organizado as seção de pedais, amplificador, caixas e efeitos (pra mim é plugin mais fácil visualmente nesse sentido) e novamente surgiu mais uma "enxurrada" de amplitube começando com o Hendrix, Fender, Ampeg (de baixo) e Metal porém ao contrário do 1.3 esses plugins ficaram com o consumo "muito grande de CPU" e então o plugin começou a ficar meio "impopular". Então quando o Amplitube 3 saiu prometia uma "porrada" de Amps e pedais (pois juntou todos os Amplitubes anteriores) porém o que era pra ser bacana novamente apresentou "sérios problemas". Novamente o consumo de CPU ficou muito alto e as funções de redução de consumo (Hi, Mid, Eco) não funcionavam e havia um atraso difícil de corrigir e que só foi normalizado na versão 3.4.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Composição:sua música é que precisa aparecer e não você

Salve!!!
Quem leu o título acima deve estar não entendo o que quer dizer. Mas leia a postagem com calma que tudo vai se esclarecer!
http://static.freepik.com/fotos-gratis/musica--compor--fundo-branco--guitarras_3200897.jpgPrimeiramente você sabe o que separa sua música "amadora" de uma música "profissional"? Provavelmente você irá dizer que é o selo da gravadora, os equipamentos, os músicos envolvidos, os instrumentos, o reconhecimento, o jabá, etc....
Mas não é nada disso. O principal fator que vai determinar o se sua música é legal ou não será o público não importe onde você irá mostrar ela (ao vivo ou na internet). Para ajudar nisso um produtor irá te dizer: sua música tem que estar bem gravada.Mas você está sem um "puto" no bolso, sabe gravar mas seu equipamento não é dos melhores, você tem os músicos e idéia sabe e sabe que seu trabalho é bom mas então o que fazer? Vamos ver alguns tópicos:
1)Tenha a idéia  do que quer fazer
http://www.artsomstudio.com.br/wp-content/uploads/2011/09/compor-uma-musica.jpgO que você vai fazer?Um rock?Um pop?Um funk?Uma MPB?Um Samba ou Sertanejo? Não importa o estilo você tem que ter a ideia na mente. Não existe "fórmulas" mágicas de compor uma música. Alguns preferem o violão, outros um teclado com som de piano, outros compõe somente com a voz e pede para outro colocar os acordes o processo de composição é muito particular de cada um. Uma coisa é certa: quando você tem a melodia na cabeça nem mesmo Carlos Miranda irá conseguir "desligar" sua mente da melodia inicial.Uma composição é como uma "arma carregada": você deve saber quando e onde usar suas balas.


2)A importância de escolher o tom certo
Quando Rhandy Rhoads entrou para banda de Ozzy Osbourne uma das coisas que ele sugeriu ao mesmo foi fazer "cada musica num tom diferente" pois na época o Hard Rock oitentista sempre usava "notas abertas" como Em ou Am. O tom é uma parte fundamental para chamar a atenção do ouvinte e a "varinha mágica" que atraem a melodia da composição. Um dos erros básicos da composição e colocar a música num tom que o cantor não consegue cantar! Procure sempre fazer no tom mais relaxado possível e não se preocupe com a harmonia! Se fica bonito em A, ficará em G, em F e assim por diante.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Como foi gravado a música: Wonderalll - Oasis

Salvem!!! Como ando muito sem tempo para escrever (e estudar) ultimamente tenho lido muito livro e sites em inglês e vendo uma coisas interessantes. Agora toda semana vou postar como foi feito uma música famosa. Os dados que tiro são de revistas e sites e do próprio ouvido (já que o que posto eu sei tocar) ou ainda peço ajuda para outros músicos/produtores darem suas opiniões. Pra começar hoje teremos como foi escrita uma das músicas mais  famosas dos anos 90 que é Wonderall do 2º Albúm do Oasis.
Depois 1994 da impressionante estréia do albúm "Definitely Maybe" Oasis rapidamente acertar o passo e alcançou seu auge com o seu segundo álbum 1995.  Co-produzido pelo compositor e guitarrista Noel Gallagher e Owen Morris (que também projetou) sinalizou mudança de Gallagher do "powe-rock" músicas mais melódicas e baladas cuja instrumentação e arranjos feito em "sintetizadores" e ajudou a fazer o álbum um marco "Britpop". "(What's the Story) Morning Glory" lançado em outubro 1995 liderou as paradas britânicas por 10 semanas, chegou ao número quatro em os EUA e gerou "hits" como 'Some Might Say' e 'Don´t Look Back In Anger ", bem como 'Roll With It' e 'Wonderwall' (que chegou ao número oito na América). Em meio a uma "Batalha de Britpop" o quinteto Mancunian de Gallagher, seu irmão Liam (vocais), Paul Arthurs 'Bonehead' (guitarra), Paul McGuigan (baixo) e Alan White (bateria) se tornaram grandes estrelas internacionais.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Gravação e Mixagem: não deixe o seu computador parar!!!

http://music.cornell.edu/wordpress/wp-content/uploads/studios_bcd.jpgSalve!!! Nesse momento estou montando um novo computador para meu estúdio e uma das minhas principais preocupações é como fazer o mesmo não travar com DAW poderosas como Sonal XL, Cubase, Pro Tools entre outros. O fato é que estou de saco cheio de não poder colocar alguns plugins "cadeados" porque o meu computador sempre tranca! Por isso estou montando um novo que não pare nem no maior processo. Para isso na postagem de hoje vou explicar como fazer um computador que saia em conta ou ainda turbinar o seu antigo (Pois muitas vezes um Pentium 4 bem turbinado ainda faz coisa boa!).

domingo, 14 de abril de 2013

Produção: o independente de hoje é o POP de amanhã!

Eu estava lendo uma matéria do blog "Permanece compartilhar" (inclusive botei no curto + música) sobre o fato do "funk" te se tornado POP. Mas alguém lembra da origem do mesmo? Se ninguém lembra vamos reviver a história um pouco... O "Funk Carioca" e o "Hip-Hop americano" tem algumas coisas em comum:

http://i1.r7.com/data/files/2C95/948E/3AD2/A294/013A/D5ED/022F/4337/04.jpg 1)Ambos vieram de comunidades dominadas pela violência dos traficantes e policial 
2)As letras mostravam o cotidiano da vida das pessoas da comunidade. 
3)Tinham como base "a batida" e ao invés de cantar, falar. 
4)Os que arriscavam a "cantar" desafinavam valendo! 
5)Começaram marginalizados e hoje são populares!


terça-feira, 9 de abril de 2013

Minha musicas: como gravei Feel the beat

Salve!!!
Essa semana vou mostrar mais uma música que gravei em casa no meu pequeno estúdio.
O nome dela é "Feel the Beat" (sinta a batida) é a 7ª que gravo do meu projeto AUTOMUSIC.
Enquanto você ouve ela logo abaixo a descrição de como a fiz. Pra quem não sabe como fazer para achar o caminho, aproveite esse post! Pois nele está descrito como fiz  a música soar comercialmente usando um equipamento bem básico!


A história 
Comecei a pensar nessa música quando queria dar um sentido ao meu projeto.
Assim como muitas bandas e cantores/cantoras tem uma frase marcante em uma de sua músicas queria fazer uma que tivesse uma também. Foi quando surgiu a idéia "Feel the beat". A letra era mais comprida, porém quis apelar mais para batida pedi para minha irmã a refazer. Em muitos versos ela soa como "feel the bitch" (sinta a puta) mas resolvi deixar assim mesmo em duplo sentido.