quinta-feira, 30 de maio de 2013

Como foi gravado a música: Wonderalll - Oasis

Salvem!!! Como ando muito sem tempo para escrever (e estudar) ultimamente tenho lido muito livro e sites em inglês e vendo uma coisas interessantes. Agora toda semana vou postar como foi feito uma música famosa. Os dados que tiro são de revistas e sites e do próprio ouvido (já que o que posto eu sei tocar) ou ainda peço ajuda para outros músicos/produtores darem suas opiniões. Pra começar hoje teremos como foi escrita uma das músicas mais  famosas dos anos 90 que é Wonderall do 2º Albúm do Oasis.
Depois 1994 da impressionante estréia do albúm "Definitely Maybe" Oasis rapidamente acertar o passo e alcançou seu auge com o seu segundo álbum 1995.  Co-produzido pelo compositor e guitarrista Noel Gallagher e Owen Morris (que também projetou) sinalizou mudança de Gallagher do "powe-rock" músicas mais melódicas e baladas cuja instrumentação e arranjos feito em "sintetizadores" e ajudou a fazer o álbum um marco "Britpop". "(What's the Story) Morning Glory" lançado em outubro 1995 liderou as paradas britânicas por 10 semanas, chegou ao número quatro em os EUA e gerou "hits" como 'Some Might Say' e 'Don´t Look Back In Anger ", bem como 'Roll With It' e 'Wonderwall' (que chegou ao número oito na América). Em meio a uma "Batalha de Britpop" o quinteto Mancunian de Gallagher, seu irmão Liam (vocais), Paul Arthurs 'Bonehead' (guitarra), Paul McGuigan (baixo) e Alan White (bateria) se tornaram grandes estrelas internacionais.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Gravação e Mixagem: não deixe o seu computador parar!!!

http://music.cornell.edu/wordpress/wp-content/uploads/studios_bcd.jpgSalve!!! Nesse momento estou montando um novo computador para meu estúdio e uma das minhas principais preocupações é como fazer o mesmo não travar com DAW poderosas como Sonal XL, Cubase, Pro Tools entre outros. O fato é que estou de saco cheio de não poder colocar alguns plugins "cadeados" porque o meu computador sempre tranca! Por isso estou montando um novo que não pare nem no maior processo. Para isso na postagem de hoje vou explicar como fazer um computador que saia em conta ou ainda turbinar o seu antigo (Pois muitas vezes um Pentium 4 bem turbinado ainda faz coisa boa!).

domingo, 14 de abril de 2013

Produção: o independente de hoje é o POP de amanhã!

Eu estava lendo uma matéria do blog "Permanece compartilhar" (inclusive botei no curto + música) sobre o fato do "funk" te se tornado POP. Mas alguém lembra da origem do mesmo? Se ninguém lembra vamos reviver a história um pouco... O "Funk Carioca" e o "Hip-Hop americano" tem algumas coisas em comum:

http://i1.r7.com/data/files/2C95/948E/3AD2/A294/013A/D5ED/022F/4337/04.jpg 1)Ambos vieram de comunidades dominadas pela violência dos traficantes e policial 
2)As letras mostravam o cotidiano da vida das pessoas da comunidade. 
3)Tinham como base "a batida" e ao invés de cantar, falar. 
4)Os que arriscavam a "cantar" desafinavam valendo! 
5)Começaram marginalizados e hoje são populares!


terça-feira, 9 de abril de 2013

Minha musicas: como gravei Feel the beat

Salve!!!
Essa semana vou mostrar mais uma música que gravei em casa no meu pequeno estúdio.
O nome dela é "Feel the Beat" (sinta a batida) é a 7ª que gravo do meu projeto AUTOMUSIC.
Enquanto você ouve ela logo abaixo a descrição de como a fiz. Pra quem não sabe como fazer para achar o caminho, aproveite esse post! Pois nele está descrito como fiz  a música soar comercialmente usando um equipamento bem básico!


A história 
Comecei a pensar nessa música quando queria dar um sentido ao meu projeto.
Assim como muitas bandas e cantores/cantoras tem uma frase marcante em uma de sua músicas queria fazer uma que tivesse uma também. Foi quando surgiu a idéia "Feel the beat". A letra era mais comprida, porém quis apelar mais para batida pedi para minha irmã a refazer. Em muitos versos ela soa como "feel the bitch" (sinta a puta) mas resolvi deixar assim mesmo em duplo sentido.


quinta-feira, 21 de março de 2013

Gravação: tanto trabalho para...

Olhe bem a figura abaixo:


Esse foi um ponto colocado pelo produtor Fábio Henriques no Facebook.
Ela é só um reflexo de muita coisa que já postei aqui. Por que se matamos de gravar para no final todo mundo vai escutar provavelmente em caixinhas de computador, celulares ou MP3?
A verdade é que sem um equipamento "parecido" ou pelo menos que soe "perto" de uma coisa gigantesca dessas estamos "fadamos" a sempre nossas gravações soarem bom num lado e ruim no outro porém não estamos "questionando" uma gravação feita em casa e sim porque chega um ponto da carreira o artista/banda vai ter que encarar um "grande estúdio" de frente.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Produção: Você realmente precisa de um supercomputador?

Salvem!
Esses dias um amigo meu me mandou uma gravação muito boa (vou pedir autorização dele para publicar aqui) com o som bastante comercial. Curioso que pedi a ele com que computador ele gravou:
http://s2.glbimg.com/AlYDbUa0GgfNqr_uSZTTZyAaq5LzjOOO7XgM06peXST2try0Uy7Bod8RogMcnIFm/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/02/17/watson-620.jpgUsou uma Fast Track Pro USB e um..... Pentium 4 de 2.4! Ou seja, um computador que já está defasado desde 2004, ou seja com 6 anos de uso! Pra começar, a apesar dessa placa ser nova no próprio manual dela diz que um Pentium 3 com 256 mega já dá conta do recado e lógico que o equipamento de "entrada" dele também era muito bom (uma rack completo com potência, mesa, equalizador, crossover, compressor, monitor de referência M-Audio BX ) e programa (DAW) que ele usou foi o Sony Vegas 7 (hoje em dia versão atual é a 12) que é um programa que não requer muitas "firulas" (pra começar ele já ajusta automaticamente a latency da placa, poupando uma enorme dor de cabeça) e isso me fez lembrar um história de um conjunto de rap do Rio Grande do Sul que fez todos seu primeiro CD em casa usando um Pentium 2 e uma placa de som antiga da Yamaha!

quarta-feira, 6 de março de 2013

Equalização: Se não funcionou aumentar, então atenue!

Salve!!!!
Essa postagem na verdade seria uma "continuação" da postagem "Equalização sobe ou desce" tudo porque recebi essa semana um trabalho inusitado.
A princípio a coisa era muito simples: colocar uma trilha de voz já gravada numa pista "playback" já gravada ou seja, um master bem simples. Fiz minha parte e comecei a testar nos aparelhos de casa, no celular, no fone de ouvido e quando chegou a vez das caixas de "computador" vi que a voz estava presa. Primeiramente achei que era culpa das "caixinhas", mas eu notei que a trilha estava boa e a voz parecia vindo de uma rádio "AM", então que diabos aconteceu?
Primeiramente quando recebi a voz, apliquei um "preset custom" que uso na maioria dos EQ:


Até aí nada de mais: cortar tudo abaixo de 100 Hz, abrir espaço para  os instrumento entre 250 - 450 Hz, dar um +1dB em 600 Hz para destacar e mais +1 dB em 5 kHz para presença depois ir decaindo de  7 kHz. Porém aí cometi um erro bem básico: eu comparei a música com um analisador e ela estava soando correto, mas não fiz isso com a voz e o resultado uma supresa: a gravação tinha frequências médias demais! Soava muito "anasalada". Isso me deu um "nó" pois sempre resolvi fácil problemas de voz e agora tinha um abacaxi nas mãos.