Olá leitores, músicos e amantes da música!
Meio sem tempo para escrever! Pura falta de tempo mesmo!
E infelizmente nem é por causa de música e sim porque ando ajudando minha esposa
em algumas palestra "motivacionais" que promovemos por aí.
Primeiramente vou me desculpar pois em uma postagem disse que não "haveria" Rock in Rio (a do início do ano) e também vou falar sobre um comentário que vi sobre o evento onde era mais ou menos isso: Rock foi feito para não dançar e sim para pensar!
Confesso que fiquei meio confuso pois afinal um dos meus hobbies foi sempre pegar um cd e analisar friamente a música, ou escutar com os amigos ou ainda apenas para fazer festa sem muito compromisso.
Os roqueiros se esquecem que o rock lá dos anos de 1950 a 1960 era apenas "zoação" onde era feito para dançar mesmo tanto que temos
a ótima música Twist Again para provar isso e por mais que não admitam se estilos antes na sombra do rock (como o sertanejo, música eletrônica ou até mesmo o funk) hoje estão aí
justamente porque "pegaram emprestado" sua fórmula que enquanto eles se renovam o rock fica ali parado tempo e sinceramente quando vi meus ídolos cantarem no nesse Rock in Rio confesso que me deu uma tristeza pois apesar deles estarem ainda com o "gás todo" o tempo chegou para eles e sem nenhuma novidade a mais no estilo, será que quando eles se forem tudo irá com eles?
Voltando ao comentário o rock foi feito para pensar e escutar?
Acho que a resposta certa seria depende. Músicas pensantes como Que país é esse, Type, Missionários ou Money For Nothing realmente são mais associadas ao "rock inteligente" mas não que dizer que o grupo pensante faz parte "exclusivamente" do rock.
Se você não sabe o "POPTechno" Gangnam Style se refere "tudo que você quer ostentar mas não tem" ou ainda a música "Canção da América" que MPB se refere a encontrar os amigos e ambas além de ser legal para se escutar fazem a gente pensar um pouco no cotidiano da vida.
sábado, 7 de outubro de 2017
domingo, 3 de setembro de 2017
Estúdio: Como montar uma sala isolada na sua casa em 6 passos
Salve Músiconauta!
Eu estou montando um estúdio para uma "web rádio" num quarto pequeno (1,90m por 2,40) e claro que a minha primeira preocupação é fazer o "tratamento acústico" do local.
Como ela fica numa casa em um área comercial sujeito a vários "ruídos e barulhos" e o quarto é mais ou menos do tamanho de um banheiro o que fiz não foi me basear num projeto que achamos na internet (que normalmente é calculado para distribuir graves, agudos e reverberação) e sim numa coisa bem prática e custa-se até R$2000 (ou menos).
A medida que fui montando vi que era uma ideia bem prática para quem não tem muito capital para fazer uma sala isolada seja para gravação caseira ou para um pequeno estúdio e no final vi que esse projeto pode ser bem aplicado pois ele é muito fácil de fazer pois é usado apenas 3 materiais para fazer a camada de isolamento.
Claro, não digo que você conseguirá fazer ou não sozinho (no meu caso minha mulher trabalha com isso o que foi fácil para fazer a sala para a rádio) mas no máximo (dependendo o tamanho da sala ou quarto que irá fazer isso) você pode conseguir com R$1000 (ou até menos) todo material o que fica bem atrativo já que a maioria dos projetos na internet você pode gastar até R$10.000 só em material! Por isso vou explicar de um modo bem prático com fazer essa sala e o preço do material. Boa leitura!
Eu estou montando um estúdio para uma "web rádio" num quarto pequeno (1,90m por 2,40) e claro que a minha primeira preocupação é fazer o "tratamento acústico" do local.
A medida que fui montando vi que era uma ideia bem prática para quem não tem muito capital para fazer uma sala isolada seja para gravação caseira ou para um pequeno estúdio e no final vi que esse projeto pode ser bem aplicado pois ele é muito fácil de fazer pois é usado apenas 3 materiais para fazer a camada de isolamento.
Claro, não digo que você conseguirá fazer ou não sozinho (no meu caso minha mulher trabalha com isso o que foi fácil para fazer a sala para a rádio) mas no máximo (dependendo o tamanho da sala ou quarto que irá fazer isso) você pode conseguir com R$1000 (ou até menos) todo material o que fica bem atrativo já que a maioria dos projetos na internet você pode gastar até R$10.000 só em material! Por isso vou explicar de um modo bem prático com fazer essa sala e o preço do material. Boa leitura!
sábado, 12 de agosto de 2017
Opinião: Som alto e a culpa do ouvinte!
Salve!
Você sabia que o limite de volume suportado pelo ouvido humano é 120 dB?
Você sabia que muitos estúdios já estão masterizando em -4 dB RMS?
Sabia que muitos "DJ" pegam e passam plugins do tipo compressão aumentando o volme para -2 dB?
Sabia que quase 60% da população já escuta música somente em fone de ouvidos?
Como já não bastasse o famigerado "Jabá" as gravações há anos tem um inimigo "oculto" chamado "guerra de volume"!
O que acontece é o seguinte: muitas vezes uma gravação legal bem gravada e tocada quando mostrada a alguém a primeira reclamação é sempre o volume.
A maioria das gravações caseiras podem sair baixas devido a:
A)uso incorreto dos equipamentos ou equipamentos inadequados
B)Excesso de canais ou de efeitos
C)Erro de cortes ou ajustes (pan,equalizaçao,volme)
D)Local inapropriado
E)ruídos em geral.
Fora isso outros fatores podem ser determinantes como ajustes de "harmônicos" mas se a gravação está "limpa e clara" é quase "impossível" ao masterizar ela não sair alta não importar o que você usou para gravar!
Porem existe um novo fator, chamado "preguiça de aumentar o volume" ou seja, tudo tem que ser alto. Muitas música por exemplo como "Money for nothing" podem até ser "masterizada" num volume bem alto que dificilmente irá distorcer, agora uma música como "Somebody told me" apesar de ser ótima experimente aumentar mais um pouco, ela fica inaudível!
Ou seja, se matematicamente a seguinte fórmula:
Rms master x volume do aparelho de som vamos supor que seu master tem -6 dB, e seu aparelho de som vai até 10, então:
6 x 1 = - 6db
6 x 2 = +6 db
ou seja, imagina o volume em 10! Claro que para conseguir isso será impossível a partir do volume 5 tudo começar a distorcer...
Algumas músicas com "Turn me on" estão tão altas que é quase impossível atinger seu volume numa master! E isso é porque nos acostumamos a não levantar mais para aumentar o volume do aparelho de som e o resultado é que estamos com volumes cada vez mais altos como mostra o gráfico abaixo:

E lógico que já comentei muito no blog sobre a "Guerra dos Volumes" e causas que ela está tendo é um delas é isso. Claro que isso, não quer dizer que devemos fazer uma música "baixa" e pensar que o ouvinte que pare de ser preguiçoso e levante e aumente o volume pois não tem lógica! E sim de pelo menos cortar "muitos processos" que existem hoje por causa disso que estão extremamente difíceis para quem grava em casa ou num pequeno estúdio mas acho que isso vai ser muito difícil de acabar.
Quantos mais, mais baixo
Qual diferença entre anos anteriores e agora? Simples: o número de instrumentos!
Essa história de que cortaram mais para os arranjos, coisas acústicas, mais pancada na música eletrônica e menos synth pode ser coisas do padrão atual musical, mas também porque quanto menos instrumentos no "campo estéreo" mais ele pode ser expandido e é por essa razão que muitos produtores estão preferindo cada vez menos instrumentos nas gravações. Essa dica é bem valiosa, pois de repente pode lhe dar uma luz "como deixar sua música mais alta", porém lembre-se de uma coisa: a guerra está quase no fim, porque praticamente todos master estão ficando quadrados!!!
Boas gravações!!!
Você sabia que o limite de volume suportado pelo ouvido humano é 120 dB?
Você sabia que muitos estúdios já estão masterizando em -4 dB RMS?
Sabia que muitos "DJ" pegam e passam plugins do tipo compressão aumentando o volme para -2 dB?
Sabia que quase 60% da população já escuta música somente em fone de ouvidos? Como já não bastasse o famigerado "Jabá" as gravações há anos tem um inimigo "oculto" chamado "guerra de volume"!
O que acontece é o seguinte: muitas vezes uma gravação legal bem gravada e tocada quando mostrada a alguém a primeira reclamação é sempre o volume.
A maioria das gravações caseiras podem sair baixas devido a:
A)uso incorreto dos equipamentos ou equipamentos inadequados
B)Excesso de canais ou de efeitos
C)Erro de cortes ou ajustes (pan,equalizaçao,volme)
D)Local inapropriado
E)ruídos em geral.
Fora isso outros fatores podem ser determinantes como ajustes de "harmônicos" mas se a gravação está "limpa e clara" é quase "impossível" ao masterizar ela não sair alta não importar o que você usou para gravar!
Porem existe um novo fator, chamado "preguiça de aumentar o volume" ou seja, tudo tem que ser alto. Muitas música por exemplo como "Money for nothing" podem até ser "masterizada" num volume bem alto que dificilmente irá distorcer, agora uma música como "Somebody told me" apesar de ser ótima experimente aumentar mais um pouco, ela fica inaudível!
Ou seja, se matematicamente a seguinte fórmula:
Rms master x volume do aparelho de som vamos supor que seu master tem -6 dB, e seu aparelho de som vai até 10, então:
6 x 1 = - 6db
6 x 2 = +6 db
ou seja, imagina o volume em 10! Claro que para conseguir isso será impossível a partir do volume 5 tudo começar a distorcer...
Algumas músicas com "Turn me on" estão tão altas que é quase impossível atinger seu volume numa master! E isso é porque nos acostumamos a não levantar mais para aumentar o volume do aparelho de som e o resultado é que estamos com volumes cada vez mais altos como mostra o gráfico abaixo:
E lógico que já comentei muito no blog sobre a "Guerra dos Volumes" e causas que ela está tendo é um delas é isso. Claro que isso, não quer dizer que devemos fazer uma música "baixa" e pensar que o ouvinte que pare de ser preguiçoso e levante e aumente o volume pois não tem lógica! E sim de pelo menos cortar "muitos processos" que existem hoje por causa disso que estão extremamente difíceis para quem grava em casa ou num pequeno estúdio mas acho que isso vai ser muito difícil de acabar.
Quantos mais, mais baixo
Qual diferença entre anos anteriores e agora? Simples: o número de instrumentos!
Essa história de que cortaram mais para os arranjos, coisas acústicas, mais pancada na música eletrônica e menos synth pode ser coisas do padrão atual musical, mas também porque quanto menos instrumentos no "campo estéreo" mais ele pode ser expandido e é por essa razão que muitos produtores estão preferindo cada vez menos instrumentos nas gravações. Essa dica é bem valiosa, pois de repente pode lhe dar uma luz "como deixar sua música mais alta", porém lembre-se de uma coisa: a guerra está quase no fim, porque praticamente todos master estão ficando quadrados!!!
Boas gravações!!!
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Opinião: Som alto e a culpa do ouvinte
sexta-feira, 4 de agosto de 2017
Mixagem: 10 Dicas pra fugir da tentação de "aumentar o volume"
O maior desafio pra quem grava em casa é fazer a música soar parecido há uma música comercial.
Quando digo "parecido" é porque por mais que você tente, sempre vai "faltar algo" para sua música soar igual a de um "grande estúdio" e claro porque estamos falando de um fator chamado "investimento" pois se toda gravação soasse "comercialmente" bem ninguém gastaria mais cem mil reais para montar um estúdio de qualidade!
A primeira coisa que a pessoa faz é aumentar o "volume" quando a música não soa legal e geralmente se faz isso usando limiter, equalizador ou compressor esquecendo de ver o "básico" de como a música foi gravada e mixada.
Abaixo separei 10 dicas para você fugir da tentação de "aumentar tudo" pulando algumas etapas
que são praticamente obrigatórias quando se mixa.
1.No que está se baseando?
A primeira coisa que você tem que estar ciente, qual o tipo "de música de referência" que você está usando. Por exemplo, vamos supor que você esteja gravando um rock e está usando como referência um power trio, uma banda grunge ou ainda aquelas dos anos 80 como uma de hair metal e isso conta muita.
quanto mais instrumentos menor, mais reduzido fica o campo estéreo! E isso é um fato.
Por exemplo sua voz somente com violão fica na altura
que quiser pois não há brigas (a voz por ir no lado direito e o violão no lado esquerdo), agora imagine uma big band com 32 instrumentos, como ajustar essa bagunça sonora no seu campo estéreo?
Por isso quanto mais instrumentos lembre-se que você terá mais passos a serem feitos no processo de
gravação e mixagem e possivelmente você terá que sacrificar "bons timbres" para destacar o que deve realmente aparecer na música.
2. Redestribua seu campo estéreo
O acúmulo de pistas num mesmo "pan" pode fazer o som se tornar "fora de fase" em alguns falantes.
Existe um cálculo que um produtor me ensinou e até hoje levo a risca que é não é muito diferente do que se usa hoje para o posicionamento estéreo.
Seria assim: instrumentos graves como baixo, trambone, lado esquerdo teclado, guitarra distorcida com power chord, voz baritona , mais para esquerda; instrumentos agudos como guitarra limpa, lado direito teclado, voz tenor, pratos, tons altos trazer mais para direita; instrumentos de marcação principal como caixa, bumbo, baixo, voz principal, solos ou camas deixar no meio.
Contudo isso é só para esclarecer melhor o que acontece no "campo estéreo" o bom mesmo é seguir essa regra e depois ver se combinou ou não com sua música e ir fazendo pequenos ajustes.
Quando digo "parecido" é porque por mais que você tente, sempre vai "faltar algo" para sua música soar igual a de um "grande estúdio" e claro porque estamos falando de um fator chamado "investimento" pois se toda gravação soasse "comercialmente" bem ninguém gastaria mais cem mil reais para montar um estúdio de qualidade!
A primeira coisa que a pessoa faz é aumentar o "volume" quando a música não soa legal e geralmente se faz isso usando limiter, equalizador ou compressor esquecendo de ver o "básico" de como a música foi gravada e mixada.
Abaixo separei 10 dicas para você fugir da tentação de "aumentar tudo" pulando algumas etapas
que são praticamente obrigatórias quando se mixa.
1.No que está se baseando?
A primeira coisa que você tem que estar ciente, qual o tipo "de música de referência" que você está usando. Por exemplo, vamos supor que você esteja gravando um rock e está usando como referência um power trio, uma banda grunge ou ainda aquelas dos anos 80 como uma de hair metal e isso conta muita.
quanto mais instrumentos menor, mais reduzido fica o campo estéreo! E isso é um fato.
Por exemplo sua voz somente com violão fica na altura
que quiser pois não há brigas (a voz por ir no lado direito e o violão no lado esquerdo), agora imagine uma big band com 32 instrumentos, como ajustar essa bagunça sonora no seu campo estéreo?
Por isso quanto mais instrumentos lembre-se que você terá mais passos a serem feitos no processo de
gravação e mixagem e possivelmente você terá que sacrificar "bons timbres" para destacar o que deve realmente aparecer na música.
2. Redestribua seu campo estéreo
O acúmulo de pistas num mesmo "pan" pode fazer o som se tornar "fora de fase" em alguns falantes.
Existe um cálculo que um produtor me ensinou e até hoje levo a risca que é não é muito diferente do que se usa hoje para o posicionamento estéreo.
Seria assim: instrumentos graves como baixo, trambone, lado esquerdo teclado, guitarra distorcida com power chord, voz baritona , mais para esquerda; instrumentos agudos como guitarra limpa, lado direito teclado, voz tenor, pratos, tons altos trazer mais para direita; instrumentos de marcação principal como caixa, bumbo, baixo, voz principal, solos ou camas deixar no meio.
Contudo isso é só para esclarecer melhor o que acontece no "campo estéreo" o bom mesmo é seguir essa regra e depois ver se combinou ou não com sua música e ir fazendo pequenos ajustes.
domingo, 16 de julho de 2017
Coluna do Anício: roqueiros mimizentos
Salve Pessoas!
Bom essa postagem estou fazendo logo após participar de um "evento entre amigos" na verdade é uma coisa bem simples: a gente fecha um bar, se reúne entre músicos e amantes da música e ficamos tocamos a noite toda diversos estilos, mas geralmente tudo fica entre MPB (aquela mais pop) e Rock.
Nessas confrarias geralmente a gente fica "bêbado" e lógico alguém começa reclamar da música atual de como por exemplo teve que começar a trabalhar num escritório porque a música não rende mais como rendia um dia.
Geralmente ouço sempre as mesmas reclamações mas de vez em quando ouço algumas coisas que fazem muito sentido como o que um amigo meu fã de rock (que não é músico) disse:
"Nossos pais reclamavam do nosso som (nos anos 90) mas era algo novo, hoje em dia minha geração faz a mesma reclamação que não é a mesma do meu pai, porque o sertanejo não é algo novo e sim porque na minha adolescência isso era coisa de velho!"
![]() |
| Kurt Kobain se envelhece! |
Nessas confrarias geralmente a gente fica "bêbado" e lógico alguém começa reclamar da música atual de como por exemplo teve que começar a trabalhar num escritório porque a música não rende mais como rendia um dia.
Geralmente ouço sempre as mesmas reclamações mas de vez em quando ouço algumas coisas que fazem muito sentido como o que um amigo meu fã de rock (que não é músico) disse:
"Nossos pais reclamavam do nosso som (nos anos 90) mas era algo novo, hoje em dia minha geração faz a mesma reclamação que não é a mesma do meu pai, porque o sertanejo não é algo novo e sim porque na minha adolescência isso era coisa de velho!"
sábado, 15 de julho de 2017
10 Dicas para tornar sua gravação caseira mais profissional
1.A correlação entre a entrada
Durante muito tempo eu acreditei que um simples equipamento de entrada como por exemplo
um amplificador, um compressor e um bom microfone já daria bom resultado mas porém depois de comprar mais equipamentos adicionais (como equalizador e supressor de ruídos) vi que tão importante quando o computador ou a placa de som usada também é o "equipamento de entrada" pois é ele que faz a "conversão do som" ficar mais "aberta" (como uma gravação comercial) ou fechada (como uma gravação amadora) portanto se melhor você tiver um equipamento para "seu som entrar", mais fácil é de manipular o som depois.
2.Placa de som
Se seu equipamento de entrada for bom você não precisa de uma "super placa de som" para
gravar bem. Contudo placas internas ou externas (USB) se não for de um fabricante confiável na linha de gravação (como M-Audio, Prosonus, Focusrite, Roland, Yamaha, Behringer ) podem trazer efeitos bem indesejáveis.
Durante muito tempo eu acreditei que um simples equipamento de entrada como por exemplo
um amplificador, um compressor e um bom microfone já daria bom resultado mas porém depois de comprar mais equipamentos adicionais (como equalizador e supressor de ruídos) vi que tão importante quando o computador ou a placa de som usada também é o "equipamento de entrada" pois é ele que faz a "conversão do som" ficar mais "aberta" (como uma gravação comercial) ou fechada (como uma gravação amadora) portanto se melhor você tiver um equipamento para "seu som entrar", mais fácil é de manipular o som depois.
2.Placa de som
Se seu equipamento de entrada for bom você não precisa de uma "super placa de som" para
gravar bem. Contudo placas internas ou externas (USB) se não for de um fabricante confiável na linha de gravação (como M-Audio, Prosonus, Focusrite, Roland, Yamaha, Behringer ) podem trazer efeitos bem indesejáveis.
sexta-feira, 23 de junho de 2017
Coluna do Anício: 10 ilusões mais comuns do músico em busca do sucesso
Salve Pessoas!
Hoje vou fazer uma postagem diferente.
Nada de técnicas ou sugestões e sim 10 perguntas que faço a você com as minhas respostas.
Eu bolei isso depois de alguns e-mails que recebi. Alguns falavam que eram guitarristas iniciantes e perguntavam se era "difícil fazer sucesso".
Outros já eram mais "avançados" e queriam saber onde uma banda (de rock principalmente) poderia se "encaixar" nesse mercado tão louco e muitas vezes injusto.
Eu não sei se sou "a pessoa certa pra isso" pois há tanta gente boa falando sobre isso e até dando cursos sobre isso que me sinto meio "perdido" para orientar alguém
mas já que me perguntaram e eu não posso deixar na mão aqui vão as 10 ilusões mais comuns do músico que procura o sucesso.
Acho que na minha opinião essas "perguntas" para um "músico iniciante" pode encontrar algumas soluções, já para o "músico experiente" pode encontrar alguma orientação.
Boa Leitura!
1.Não importe o que você tocar o público não liga muito pra isso hoje em dia
Em 1977 se você tivesse uma banda e não tocasse Don't Let Me Be Misunderstood (Santa Esmeralda) você tocava o primeiro show no bar e possivelmente não tocaria o segundo pois o público ia reclamar direto com o dono. Em 1987 todos queriam ouvir La Bamba (Los Lobos) por causa do filme que fazia muito sucesso, era uma das primeiras músicas que o dono do bar perguntava se a banda fazia. Quando eu comecei a tocar com banda em 1997, uma das músicas mais ouvidas nas rádios era Pra dizer Adeus (Titãs) contudo o público e nem o dono bar exigiam que você a tocasse e a maior exigência era tocar pelo menos perto do que estava no CD. De 2007 pra cá não vejo mais nenhuma mudança "drástica" no comportamento do público. Claro que a maioria querem que você toque o que está na moda, mas aquela exigência de tocar "fielmente" a gravação já não existe mais entre as pessoas e isso ficou agora é coisa dos viciados em música, fãs e músicos.
Então se você anda com essa "pressão" pode ficar mais sossegado pois o interessante hoje em dia muitas vezes não é fazer uma "cópia fiel" e sim uma "cópia revisada".
Porém isso deve-se muito ao a pobreza de muitas coisas na música atualmente por exemplo como a guitarra solo que praticamente sumiu nessa última década entre os cantores e bandas novas.
Hoje vou fazer uma postagem diferente.
Nada de técnicas ou sugestões e sim 10 perguntas que faço a você com as minhas respostas.
Eu bolei isso depois de alguns e-mails que recebi. Alguns falavam que eram guitarristas iniciantes e perguntavam se era "difícil fazer sucesso".
Outros já eram mais "avançados" e queriam saber onde uma banda (de rock principalmente) poderia se "encaixar" nesse mercado tão louco e muitas vezes injusto.
Eu não sei se sou "a pessoa certa pra isso" pois há tanta gente boa falando sobre isso e até dando cursos sobre isso que me sinto meio "perdido" para orientar alguém
mas já que me perguntaram e eu não posso deixar na mão aqui vão as 10 ilusões mais comuns do músico que procura o sucesso.
Acho que na minha opinião essas "perguntas" para um "músico iniciante" pode encontrar algumas soluções, já para o "músico experiente" pode encontrar alguma orientação.
Boa Leitura!
1.Não importe o que você tocar o público não liga muito pra isso hoje em dia
Em 1977 se você tivesse uma banda e não tocasse Don't Let Me Be Misunderstood (Santa Esmeralda) você tocava o primeiro show no bar e possivelmente não tocaria o segundo pois o público ia reclamar direto com o dono. Em 1987 todos queriam ouvir La Bamba (Los Lobos) por causa do filme que fazia muito sucesso, era uma das primeiras músicas que o dono do bar perguntava se a banda fazia. Quando eu comecei a tocar com banda em 1997, uma das músicas mais ouvidas nas rádios era Pra dizer Adeus (Titãs) contudo o público e nem o dono bar exigiam que você a tocasse e a maior exigência era tocar pelo menos perto do que estava no CD. De 2007 pra cá não vejo mais nenhuma mudança "drástica" no comportamento do público. Claro que a maioria querem que você toque o que está na moda, mas aquela exigência de tocar "fielmente" a gravação já não existe mais entre as pessoas e isso ficou agora é coisa dos viciados em música, fãs e músicos.
Então se você anda com essa "pressão" pode ficar mais sossegado pois o interessante hoje em dia muitas vezes não é fazer uma "cópia fiel" e sim uma "cópia revisada".
Porém isso deve-se muito ao a pobreza de muitas coisas na música atualmente por exemplo como a guitarra solo que praticamente sumiu nessa última década entre os cantores e bandas novas.
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