quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Avaliamos gravações!!!

Estou testando novos equipamentos de monitoração de audio no meu estúdio e por isso novamente estamos "avaliando gravações" gratuitamente!!!

http://mhsecure.com/metric_halo/images/stories/News/beauty_pill_recording_space_375.jpgRegras

1)Mande para palcokh@yahoo.com.br ou rafael.kh@gmail.com sua gravação!!!
2)Mande uma cópia direto da mixagem, sem nenhum plugin no "master" (apenas o plugin das pistas e dos auxiliares "buss")
3)Fazemos um relatório em PDF. 
4)Avaliamos em 2 semanas ou menos.
5)Apenas iremos colocar nossa opinião sobre gravação. 
6)Enviamos o arquivo original de volta  masterizado (sem fins comerciais).

Não esqueça de colocar o equipamento usado para gravar (assim como o software de gravação e o 
modelo da placa de som)
Lembre-se que esse serviço é GRATUITO! 
Seja compreensivo!!!

Abraços!!!



terça-feira, 23 de setembro de 2014

Dicas de Masterização do plugin Izotope Ozone

http://www.orbem.co.uk/cons/images/dconD_79.jpgNa semana passada eu passei algumas dicas de "distorção harmônica" que estão presentes nos dois ótimos livros(e gratuitos) da Izotope conhecida por fazer o melhor "masterizador" em plugin: o Ozone 5, alémdos plugins Trash (distorção harmônica), Alloy (buss plugin) e Nectar (voz).Hoje vou colocar algumas dicas presente no livro “Mastering with Ozone” que servem também para mixagem e ainda com algumas observações pessoais. Lembrando  que este livro está disponível em “inglês” neste link.Leia com calma! Essa postagem é longa! De preferência “copie e cole” no Word ou converta para pdf!

DAW: A que você usa ou programa de áudio com função de finalização (como o Sound Forge ou Wavelab).
Dificuldade: Médio a Difícil (requer atenção)


O que há de errado com a minha música? 
• Não é alto o suficiente. Parece próxima fraco perto de outros CDs. Girando o botão de volume para cima ou para baixo em não resolve o problema. Soa mais alto, mas não, “bem mais” alto.
• Parece maçante. Outros CDs têm um brilho. você tenta impulsionar o EQ em frequências altas, mas agora sua música chata e barulhenta.
• Os instrumentos e vocais soam fracos. Músicas comerciais têm uma plenitude que você sabe que vem de algum tipo de compressão. Então você pega um preset em um compressor e muda alguns controles. Agora, toda a mixagem soa esmagada. O vocal pode soar mais cheio, mas a pratos têm nenhuma dinâmica. Está cheio ... e sem vida.
• O baixo não tem pegada. Você tenta impulsioná-lo com um pouco de baixo no “low end”, mas que soa mais alto e mais confuso. .
• Você pode ouvir todos os instrumentos em sua mixagem, e todos eles parecem ter o seu próprio "lugar" na imagem estéreo, mas a imagem geral soa mal. Em outros CDs têm largura e imagem que você simplesmente não consegue obter a partir de “pan” nas faixas individuais.
• Você tem reverb nas faixas individuais, mas apenas soa como um monte de instrumentos em um monte de diferentes espaços. Seus outros CDs têm uma espécie de espaço igual que traz toda as peças. Não como “quartos” dentro de um “quarto”, mas um "brilho" que funciona em todo o mix. 
Não se preocupe, você está fazendo nada de errado. Há apenas algumas coisas que ainda precisam serem feitas para conseguir que "o som." Você só precisa das ferramentas certas e uma compreensão de como usá-las. você não se tornará Bob Ludwig durante a noite (ou, provavelmente, nunca), mas você pode fazer melhorias em suas gravações dominado com um pouco de trabalho.
Se pudéssemos terminar o próximo hit  da “Christina Aguilera” estaríamos A escrever códigos e manuais ou sentado em um estúdio de masterização com Christina Aguilera? O que podemos dar é o software de masterização de qualidade profissional (iZotope Ozone) e a orientação sobre como usá-lo. Mas no final, não há respostas certas, respostas erradas, e sem regras. finalmente se houver, a gente ainda não  encontrou. Então, no final apenas tente experimentar e se divertir.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Mixagem: distorção harmônica na mixagem

 Quando falamos nisso possivelmente você pode achar que é algo relacionado a guitarra ou há algum problema do tipo “overloud” (quando a música está tão alta que satura) mas não é nada disso e é uma coisa mais comum do que se pensa. Pra começar a “compressão” é uma distorção pois ela “força os volumes” a subir acima do normal do que foi gravado (tanto que se você usar uma compressão muito pesada do tipo  Threshold – 10 dB e level – 1 dB = 10:1) e distorção sempre está presente nas gravações devido principalmente a um fator que você já deve ter ouvido muito: os harmônicos (concentrados nas faixas médias ou midrange). O texto abaixo foi traduzido do livro “Mixing GuidePrinciples Tips Techniques” disponível gratuitamente no site da Izotope (https://www.izotope.com/) fabricante dos plugins Ozone, Alloy, Trash e Nectar.

DAW:A que você usa
Dificuldade: Médio

Alguns de vocês podem pensar de distorção como uma coisa ruim, mas uma “distorção sutil”  pode ser uma ferramenta poderosa. Muito antes de mixagem digital, a distorção era inerente em cada projeto. A mesa de soim era ligada em pré-amplificadores que eram ligados a consoles do tipo saturação de fita ou amplificação de tubo, a distorção era colocada em da pista de cada mix. Muitos músicos ao longo da história da música popular contemporânea utilizaram distorção criativa para definir seus sons e devido a isso, os nossos ouvidos se acostumaram com o som de distorção, quando ela é  harmonicamente agradável. Este é um dos elementos que até há poucos anos, estavam desaparecidos desde que surgiu a mixagem digital. Hoje em dia no entanto, muitas ferramentas de distorção harmônica diferentes estão disponíveis para ajudar os engenheiros mix produzir este fenômeno. Você pode encontrar vários modelos de analógico ou equipamento vintage com grande distorção ou em vários plug-ins bem como outras ferramentas que você pode ter em sua caixa de ferramentas. O vídeo abaixo mostra como funciona as pistas com e sem distorção "harmônica".



segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Produção: quem vai salvar a música se não for o artista independente?

Eu gosto muito de assistir programas do tipo “show de calouros” justamente para ver como ficam “certas músicas” em “certas vozes” e com novos arranjo, as “versões” muitas vezes irão lhe “abrir a mente” para coisas em que você não tinha pensado em fazer.  A minha  única indignação é que o apresentador exige que uma cantora cante ao nível de “Adele” ou que um cantor cante no mesmo alcance vocal de “Tim Maia” e sua atração musical principal será um “artista jabá” geralmente um “M.C da vida” ou uma dupla S.U do momento cujo se não fosse pela mágica do “Autotune ou do Melodyne" e da multiplicação de canais sua voz seria mais irritante “que o pior canto das piores das arapongas”  (já perceberam que quando o cantor/cantora é fraco ele sempre canta dublado?) mas claro que há suas exceções embora sejam poucas. Muito bem, estava eu assistindo a um desses programas onde o júri e a platéia decide quem é o melhor junto com minha “maior crítica” que é minha esposa quando cantou os 3 artistas da noite. 

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Composição: ta sem idéia? Faça uma versão!

http://img.youtube.com/vi/vPzDTfIb0DU/mqdefault.jpgUma vez Sandy Lima (a ex-Sandy&Júnior...kkk) falou uma das maioresverdades sobre compor: é como um filho que a gente pari... Assim como Ed Van Halen (guitarrista do Van Halen) falou que muita gente (nos anos 80) achava que fazer música (rock) era deixar o cabelo crescer e solar o mais rápido possível (daí nasceu o termo Shared) mas que na verdade era tão difícil quanto ir numa faculdade de direito. Essas são inúmeras historias  que encontramos por aí sobre composição e agora vivemos numa época onde quem está na mídia geralmente não compõe (sempre estão “peneirando” por aí) e quem compõe está no meio dos “zilhões” dos vídeos da internet com “poucos likes”, porém a uma coisa que você pode fazer para chamar atenção do público seja fazendo um show ou postando um vídeo numa rede social: é fazer uma versão de uma música famosa.
Essa é a estratégia mais “praxe” pra quem quer tentar entrar no disputado mundo da “música midiática”  e devido a ser tão usada (principalmente nos tempos de sertanejo universitário) fica cada vez mais difícil chamar a atenção e por isso a postagem de hoje vamos tratar desse assunto.

O que você ganha ao fazer uma versão?
Uma versão pode chamar a atenção dos ouvintes, mas principalmente força a sua “criatividade” pois conseguir fazer “melhor” do que original (dependendo a música) é sempre um desafio e abre muitos caminhos.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Mixagem: quantos plugins você precisa?

http://www.wol.com.br/conteudo/images/peanuts-harlem-shake.gifComecei a gravar com o Sony Acid 10 e o mesmo só funciona em sistema operacional  de 64 bits. Por isso instalei no meu computador finalmente o Windows 7 cujo tive muitas dificuldades para fazer funcionar e que em breve vou postar uma matéria sobre o assunto. Primeiramente um dos motivos que comecei a usar mais de 4 Gb de memória e Windows x32 só reconhece até isso e em segundo lugar, os sons dos plugin x64 parecem soar sem tanto “atraso digital” embora também “consumam” mais CPU. Reinstalar tudo é parte mais “saco” da coisa (por isso é por sempre fazer uma imagem do HD depois de tudo em seu legítimo lugar) mas uma coisa que já não faço há algum tempo é instalar “zilhões” de plugins e depois só usar uns 10 e por isso geralmente instalo os mesmos para não ficar pensando muito (e sem contar que já tenho presets programados que fiz dos mesmos) e isso aprendi com um amigo meu que tem uma produtora de “áudio e vídeo” porque a mais falsa sensação que um plugin pode nos dar é “substituir” um equipamento caro que não temos. Veja os ... itens a seguir

1.Plugins? Mais quais?
Primeiramente isso não é uma regra. Você pode trabalhar bem usando só 10 plugins ou usando 30 porque cada um é um. Mas o que não dá para ter é um “acúmulo” de plugins e não é por causa de espaço no disco rígido (porque os plugins geralmente tem menos de 100 megas) e sim porque se der um problema no computador e você re-formatar o HD, instalar tudo novamente, e tentar continuar a mixagem que parou, corre o risco de começar tudo do zero devido a um plugin que ele tinha antes! Por isso é sempre bom deixar a DAW com os plugins que você usa de verdade e de preferência salvar seus “presets” num pasta, para se acontecer uma zebra, você já tenha tudo em mãos.


Video aula: Pedais VS Pedaleiras

Garimpando no youtube achei esse vídeo do produtor e guitarrista Rodrigo Itaboray sobre alguns mitos de “pedais e pedaleiras”. Eu particularmente me identifiquei com o vídeo pois vivi a época das pedaleiras de “som pasteurizado” e no final das contas você tinha que comprar um bom “amp e uns pedais” para ter um som de verdade.   Pra quem toca guitarra é um vídeo imperdível!!!