terça-feira, 26 de agosto de 2014

Video aula: Pedais VS Pedaleiras

Garimpando no youtube achei esse vídeo do produtor e guitarrista Rodrigo Itaboray sobre alguns mitos de “pedais e pedaleiras”. Eu particularmente me identifiquei com o vídeo pois vivi a época das pedaleiras de “som pasteurizado” e no final das contas você tinha que comprar um bom “amp e uns pedais” para ter um som de verdade.   Pra quem toca guitarra é um vídeo imperdível!!!





quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Plugins que vale a pena conhecer: Vox Jam VOX 3.2


http://medias.audiofanzine.com/images/thumbs3/vox-jamvox-iii-400854.jpgComo guitarrista/violinista estão sempre a procura de plugins novos. Embora esse não seja nenhuma novidade no mercado (ele foi lançando em 2012) e nunca tinha experimentado o mesmo. Falo do plugin JamVox da famosa fabricante de amplificadores VOX, disponíveis nas versões x86 (32 bits) e x64 (64 bits) que faz parte de do conjunto JAMVOX vendido pela empresa (parecido com o Guitar Port da Line 6 a foto está ao lado).
 Testei o plugin usando minha Yamaha Pacifica Mike Stern e minha Tagima com captadores Di Marzio., plugados numa placa de Som Focusritte e M-Audio JamLab (ambas USB) e monitores de áudio Alesis MS30.

Acúmulo de postagens!!!

http://phpimageworkshop.com/bundles/sybiowebsite/images/tutorial/5/edited.gifDevido a "enxurrada" de postagens que ando escrevendo, a partir dessa semana estarei postando "dois assuntos" de uma vez!!! Boa leitura e ótimas gravações!!!!

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

10 meias verdades sobre gravar em casa

 Todo mundo tem muita mania de “complicar” qualquer coisa em música e esquecem que ela é uma coisa que tem que ser feita “naturalmente”. Em gravação não é muito diferente. Ao longo do caminho e principalmente com a internet você escuta um “monte de bobagem” com algum ou sem nenhum fundamento e assim ouvindo e vendo isso separei 10 coisas muito comuns que você escuta por aí sobre gravação e que na verdade não passam de “meias verdades”. Cada item tem um vídeo para você tirar suas próprias conclusões!!!

 1)Simulador de Microfone 
Assim como os “simuladores de captador” (para guitarra) simulador de microfones não fazem seu “microfone do DVD-De-Karaokê” virar um Neumaw Gold, isso é uma coisa lógica! Simuladores de microfone dão um “boost” na voz e servem como compressor e até um descompressor, mas não passam disso. Outra função dele é pegar seu microfone é tentar fazer ficar “equivalente” ao microfone simulado (tentar imitar a figura da cardióide, a equalização) e uma coisa interessante: assim como os plugins de guitarra ele funciona “melhor” se você tiver um bom microfone!



2)Plugins de guitarra não funcionam 
Esse é outro mito. Plugins de guitarra realmente funcionam mas quando você tem o “equipamento de entrada” certo! Muita gente fala mal deles justamente porque não usam o equipamento “correto de entrada” e assim como uma “pedaleira” eles funcionam muito bem quando há algo por trás deles! Como nesse vídeo feito por ninguém menos que Dweezil Zappa usando o “Guitar Rig 4”



 Muito fácil sair esse som quando você “tem equipamentos bons” ligados ao computador (sem contar que a Guitarra dele é uma Gibson SG) isso só demonstra que plugins de guitarra pode substituir “pedaleiras” (até as mais caras) numa boa (mas vai demorar para substituir um “Stack Marshall” bem microfonado)porém agora se você quer tirar o mesmo som usando sua “guitarra de Xing ling” e com um computador sem placa de som profissional, vai ser bem difícil. Todas as minhas gravações de guitarra/baixo/violão são feitas com simuladores de amplificador (Revalver MK3, Guitar Rig, Amplitube) mas o que eu comprei para a gravação “ter qualidade” equivale há um “amplificador valvulado”! Eles podem não chegar perto de um Amplficador valvulado mas muitos dão de “7 a 1” em qualquer pedaleira!Outro exemplo é esse vídeo onde meu amigo Victor fez todas as guitarras com o Amplitube 3 nessa música:



segunda-feira, 14 de julho de 2014

Gravação: quem não tem rack vai de pedal

http://www.mundomax.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/setup-Pedal-Landscape-Boss.jpgUma das minhas primeiras experiências com gravação foi ser assistente de produção do meu primeiro (e mestre) professor de música.  Ele é um ótimo violinista/guitarrista (pra mim será sempre o melhor por uma questão de querer ser igual a ele) mas em matéria de gravação fazia tudo bem simples porque ele não alveja ter uma gravadora ou produtora, apenas gravar para si, amigos e alunos. Eu me lembro que nós usávamos uma antiga Mesa  Tascam que tinha fita cassete (nem ADAT era) e não havia nenhuma espécie de rack, somente alguns pedais. Por exemplo, não tínhamos uma “câmara de eco”  ou um “processador de efeitos”, para isso usávamos o conhecido Boss DD-2 Delay e assim conseguíamos bons resultados. Os efeitos para guitarra eram feitos com a primeira pedaleira que tive na vida. A famosa Boss ME-8 e ainda devo ter em casa algum trabalho que fizemos jogado no meio dos meu Cds. 
Os pedais foram meio “descriminados” pelos músicos (principalmente guitarristas, inclusive eu faço parte da lista) nos últimos 18 anos  devido a popularização (e a queda de preço) das pedaleiras (principalmente depois de aparecer várias marcas e tipos) e lógico isso parecia a “solução dos problemas” mas agora sabe-se que era mais ilusão. Pedaleiras são perfeitas para apresentação ao vivo, mas para gravação o conjunto pedais + amplificador valvulado ainda é imbatível.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Gravação: Usando uma trilha midi na voz.

Continuando o assunto da semana passada, vamos a um dos truques mais usados pelos famosos produtores para dar um "molho" ou uma "disfarçada numa voz.

DAW:A que você usa, conectado com teclado MIDI.
Nível: Difícil.

Primeiramente quando não cantava em minhas músicas tinha que inventar “um vocalista virtual” para poder compor as mesmas. O que escolhi é o que uso até hoje antes de colocar a voz: uma trilha da melodia com flauta ou flauta pan (aquela andina) e lógico que hoje canto, mas todas as minhas músicas possuem “lá no fundo” uma melodia que acompanha a mesma. Um dos primeiros a fazer isso foi os inventores do “synthpop” o grupo alemão Kraftwerk isso porque o vocal deles era “bem fraquinho” mas isso faziam as músicas ficar interessantes (principalmente na época que o pessoal estava fascinado com músicas futurísticas) como na música “Das Model”, ou ainda Thomas Dolby em “She bliend me in Science", porém pra mim um dos melhores exemplos ainda é a música de Bronski Beat “Smallboy Town” (clique no nome delas para ouvi-las). Com o advento do autotune hoje em dia muitos produtores pedem para um tecladista/pianista fazer a melodia da música e depois pegam a voz do artista e tacam a mesma em cima da trilha midi usando o autotune (é por isso que o plugin tem aquela função midi out) e o resultado é que quando bem usado em cima de um bom cantor ele fica praticamente “imperceptível”.  Por isso vale a pena você em suas músicas fazer uma melodia com midi e sem contar que você já deixa a música pronta para registrar em qualquer faculdade ou associação de compositores! Porém não é uma tarefa fácil e exige algumas horas (ou dias) até chegar a melodia nota por nota. Pra quem não tem prática pode ser algo bem desafiador.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Gravação: não jogue fora seu "sintetizador" velho!Coloque um cabo midi USB!

Meu pai meu deixou de herança duas coisas:
Primeiro violão clássico da Giannini (que não se fábrica mais) de linha espanhola (como é bom tocar flamenco com ele) e segunda um teclado Cássio CTK60 fabricado em 1995 e que apesar do padrão 8 oitavas foi um dos piores teclados que a Cassio fez tanto que no mercado livre você encontra ele por uns R$100,00.
http://i293.photobucket.com/albums/mm56/guigondo/midi_usb2.jpgPorém ele tem uma coisa que alguns teclados (de marcas melhores) tem: uma resposta midi exata! Esse teclado não é "GM" tanto que se você colocar no modo MIDI IN/OUT irá ver como "nunca se deve fazer um sintetizador e vender o mesmo dizendo que é um sintetizado"!
Pois como ele não é General MIDI possue apenas "4 canais" ao invés dos 16 normais.
Ele ficou "mofando num canto da caso" pois tenho um Teclado Yamaha (padrão GM/GS/XG) que apesar de estar também meio "ultrapassado" (afinal comprei ele em 2000) ainda dá um show em muitos por aí em matéria de timbre. Tudo começou  quando entrei numa loja disposto a levar um Controlador M-Audio para disparar meus samples, loops  e timbragens VSTi além do mais de usar o "autotune" e "vocoder" de forma organizada.  Mas como sempre (como todo brasileiro que ganha pouco) vi que as "parcelas" iriam estourar o orçamento.