Como começou um novo ano, decidi "cancelar" a sessão de análises de gravação. O primeiro motivo é porque "muitos" não gostaram dos comentários de suas gravações (e olha que eu fui bem "light" nas críticas) e o segundo motivo é que não tenho mais tempo mesmo. Mas para não deixar os leitores do blog na mão ou "cheios de dúvidas" vou ensinar você em 3 postagens como analisar sua música e decidir o caminho que ela deve tomar. Esse método foi criado por mim quando ainda comecei a gravar, por isso "não adianta procurar na internet" que ele não existe, se existir (a partir de hoje) alguém olhou e passou para frente (espero que você faça isso, pois nosso blog vive das indicações das pessoas pois não temos retorno financeiramente).
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Faça sua própria análise!!! Parte 1 - Teoria
Como começou um novo ano, decidi "cancelar" a sessão de análises de gravação. O primeiro motivo é porque "muitos" não gostaram dos comentários de suas gravações (e olha que eu fui bem "light" nas críticas) e o segundo motivo é que não tenho mais tempo mesmo. Mas para não deixar os leitores do blog na mão ou "cheios de dúvidas" vou ensinar você em 3 postagens como analisar sua música e decidir o caminho que ela deve tomar. Esse método foi criado por mim quando ainda comecei a gravar, por isso "não adianta procurar na internet" que ele não existe, se existir (a partir de hoje) alguém olhou e passou para frente (espero que você faça isso, pois nosso blog vive das indicações das pessoas pois não temos retorno financeiramente).
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mixagem Faça sua própria análise Parte 1
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Equalização: Equalização: sobe ou desce? Parte 3 Exemplos e considerações finais
Salve!!!
Pra começar o ano de 2013 vou finalizar um assunto sobre "subir ou descer" com a equalização numa gravação. Quem viu a parte 1 e a parte 2 sobre o assunto verá que existem muitas discussões sobre fazer ou não isso. Da minha parte acho que isso deve ser feito com "efeito moderado" ou até um "efeito radical" para chegarmos num resultado determinado pois se existe uma regra para gravação é que não há regras para gravação e sim parâmetros. Com isso digo que não é usando um equipamento "porcaria" você vai conseguir um bom resultado e sim que se você usar um bom equipamento e conseguir uma gravação com o "mínimo de falhas humanas e ruídos" daí sim você pode tentar a vontade fazer qualquer coisa na mixagem e no master.O primeiro conceito de "nunca aumentar um EQ" e justamente o ruído. Equalizadores não passam de "aumentadores de ganhos" em frequências separadas e depois é quase "improvável" que você chegue a um resultado parecido de uma música "comercial" sem mexer no EQ (ao menos que esteja gravando num estúdio de R$5000 a hora!) pois como todos os instrumentos "soam bem separados" e "confusos juntos" é preciso realizar um aumento em uma determinada aréa do EQ que "funcione como uma rolha" ou seja, libere todo som que está fechado.
Para melhor compreensão basta analisar 4 músicas eletrônicas e suas respectivas épocas e se você que gosta ou está gravando outro estilo se pergunta "por que música eletrônica?", a resposta é bem simples: como a maioria de nós em home/pequenos estúdios usamos demais synth, loops e samples nada como usar a música eletrônica como base que graça a ela tudo isso existe.
Alphaville - Big in Japan (1984)
Aqui como o todo o som dos anos 80, a moda era casar o "compressor com o reverb" geralmente no pré amp ou individualmente.Note que não há "sub graves" porém a música soa muito mais "transparente". Aqui como a abertura padrão era subir entre 2 - 8 kHz mais com +1 dB os produtores se preocupavam em tirar mais proveito dos equipamentos (alguns muito superiores que hoje em dia) e a média de RMS (som real) ficava entre - 12 dB. Uma das coisas que se nota nesse tipo são os kick (bumbos) das baterias eletrônicas da época (como a famosa Roland 909) que eram bem agudos e quando se dava um ganho (principalmente em 5kHz) aparecia bem.
C+C Music Factory - Gonna make you Sweat (1990)
Com a chegada dos anos 90 a intenção dos produtores agora era "despoluir a voz". A explicação é bem simples: todo mundo que grava sem "aquário tratado" tem que dar praticamente "um tiro no escuro" quando se grava a voz. Às vezes tudo soa mil maravilhas, mas na hora do "master", basta aumentar a faixa de 5 - 8 kHz que você percebe todas as "impurezas da voz". Muitas vezes a solução aqui é simplesmente não equalizar, só compressar e tratar.
Magic Box - If you (2003)
David Guetta - Turn me on (2011)
Pra terminar uma música que de tão "alta" chega a fadigar o ouvido!!!
David Guetta é atualmente o maior DJ do mundo, sua músicas são incríveis e altas ao mesmo tempo!!! Comparando as 3 anteriores essa aqui tem uma dinâmica bem pequena e um RMS muito alto!
Requalização ou reamplificação?
Muitas músicas feitas para formatos diferentes (MP3, WAV, CDA) são muitas vezes vítimas de "remaster" pelos fãs ou por DJs. Para isso muitos, simplesmente aumentam o EQ até onde podem ou ainda "recompressam" de novo a música. Por isso é sempre melhor comparar a música direto de um CD, pois você saberá qual a origem da mesma.
Considerações finais
Cabe a você decidir se aumentar ou não as frequências será uma boa para sua música!
Na minha opinião, tudo depende de ocasião. Muito vezes um timbre está bom separado mais péssimo em conjunto, aumentar pode ser uma boa pedida. Você deve ter em mente que "aumentar as frequências" abrem o som mas ao mesmo tempo fadigam o ouvido, por isso ao fazer isso faça sabiamente sempre fazendo o teste dos 20.
Abraços!!!
Ótimo ano novo!!!
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Equalização Equalização: sobe ou desce Parte 3
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Masterização: video aula em 7 passos
Na última postagem finalizei a mesma mostrando um video como "masterizar em 7 passos". Mas isso funciona mesmo ou novamente é uma das "furecas" da internet? Durante essas 2 semanas fiz o teste desse vídeo em algumas músicas. Não fiz a tradução no vídeo, mas basta acompanhar os itens que a mesma está descrita abaixo:
Pra começar...
Não vou tapar o som com a peneira, mas se você não tiver um Mac, Pro Tools e ambiente tratado (ou equipamento parecido) dificilmente conseguirá o mesmo resultado do vídeo!
Porém, "não adianta se revoltar" o que você tem que fazer é se adaptar.
A partir daqui, começa a postagem. O tempo dela está no lado. Só traduzi realmente o que importa (adaptei também a linguagem) quem quiser saber o que ele fala, tem que saber "inglês" a língua básica para o bom engenheiro de som!
5 Razões para uma checagem final (03:30)
1 – Checagem final (Final Check) (03:37)
Tenha certeza que tudo está limpo e sem ruídos.
2 – Consistência (Consisty) (03:44)
ouça sua gravação no carro, num aparelho de som, num celular, num DVD...
tenha certeza que tudo está igual (sem excesso de grave, sem excesso de agudos)
3- Engajamento (Enhancement) (04:10)
Decida o que é melhor pra você (mais dinâmica ou mais volume)
4 – Album Flow (normalização) (04:32)
O álbum todo tem que ter o mesmo volume. Passar de uma balada para um rock e ter a mesma intensidade. Todo álbum tem que ter o espaço de 2 segundos (final/inicial) de uma música para outra.
5 – Formato Final (05:11)
O nome de todas as pistas e formato (CD, DVD, *.wav, *.mp3)
A partir daqui, veremos qual "os 10 PLUGINS da formula master", com algumas
avaliações técnicas do Palco KH.
Passo1: ‘Prepare It’ (prepare-se) (06:44)
Junte todas as pistas da sua mixagem (bounce it/render)
96 kHz/24 bits é o formato ideal
Atenção: masterizar sem um "monitor de referência" profissional é como pintar no escuro!
Não use Fones de ouvidos como referência primária!
Use 2 ou 3 músicas (comercial) do seu estilo para comparar.
Na prática: comparação de musicas já gravadas é inetvitável! (como saber se sua música está indo para o caminho certo?). A dica de converter para 96 kHZ ao invés de 48 kHz é muito válida! pois se o formato do CD é de 16 kHz então 16 x 6 é 96! Ou seja, você tem 6 vezes mais espaço para um CD ser finalizado! Agora sobre os monitores..... Eles falam isso porque lá é mais fácil de obter! (um bom aqui no Brasil está entre R$ 1000 a 800), sim é correto, mas há longo prazo (ou a curto se você tiver dinheiro). Sobre os fones sinceramente, não noto diferenças entre um fone AKG, Behringer (profissional) ou outro que vá de 18 hz a 24 kHz. O problema que na masterização como você trabalha com variações "extremas de volume" você pode "fadigar" o ouvido, por isso é desaconselhavel!
Passo 2: Consertando (Fix It) (08:17)
Você precisa polir o som (barulhos, xipos e pratos irritantes, distorções, clip,vocal fraco). Se não tiver bom, volte a sessão de mixagem ou quem sabe até a gravação!
Na prática: precisa comentar? É o básico!
Step 3: Melhorias (Enhance It) (10:30)
Aqui começa o processo do master. O autor comenta três itens:
A)Anything that improves the overall sound (tudo que melhora o som, vale a pena achar formas de melhorar sua audição)
B)Some plug-ins you can Tray (alguns plugins que você pode tentar)
Para facilitar, novamente colocarei os "links" dos plugins que ele comenta com discriçao:
1. Waves REQ (Parametric EQ – High Pass Filter) (10:53)
Tipo: equalizador paramétrico linear
O que faz?
O autor o usa para fazer "low end" a partir de 20 Hz. Essa função é usado para cortat o efeito chamado "rumble" (estrondos) que são praticamente "inaudiveis" porém que ocasionam embolamento sonoros se não forem finalizados na masterização.
Possíveis substitutos: qualquer equalizador paramétrico com função low self/notch/high self.
2. DUY Valve (Valve Emulation) (10:40)
Tipo: simulado de vávula
O que faz?
Faz com que o som fiquem mais "quente" (warm) ou seja, mais definido e claro.
Possíveis substitutos: simuladores de válvula geralmente possuem a função "drive", o segredo é "esquentar o som" sem "distorcer o mesmo". Um exciter pode ser uma saída também.
3. DUY Tape (Tape Emulation) (12:54)
Tipo: simula um som passado por fita ADAT.
O que faz?
Introduz ao som características "analógicas", como se fosse passado por um gravador ADAT, tornando os "harmônicos" mais vivos.
Possíveis substitutos:
Qualquer plugin que faça simulação de fita ou até mesmo um "delay tape" com feedback bem baixo. Porém existe algo que "poucos mencionam": se você conseguir passar sua música do computador direto para um gravador ADAT e "repassar" para o computador você corta mais da metade desse processos! Claro, se a mixagem estiver bem feita.
4. Waves QClone (Parametric EQ – High Shelving Filter) (14:10)
Tipo:outro equalizador paramétrico, porém copia frequencias de outras fontes.
O que faz?
Faz um "boost" a partir de 5 - 8 kHz, cuja a função específica é "abrir as frequências" abaixo disso e deixar o som mais audível.
Possíveis substitutos: qualquer equalizador paramétrico com função low self/notch/high self.
5. Waves Maxx Bass (Bass Enhancer) (15:12)
Tipo: excitador de grave
O que faz?
Um velho conhecido da mixagem, tem como objetivo "empurrar" todos os sub graves e graves para frente. Porém deve ser usado em "doses homopáticas" para se conseguir um bom resultado
Possíveis substitutos: qualquer plugin do tipo "bass enhancer"
Step 4: Compressão (Compress It)
6. Waves SSL Compressor (Compressor) (16:54)
Tipo: 1º compressão
O que faz?
Novamente o autor opta por usar um compressor que imita "um compressor analógico" (a série SSL da Waves é basedo nos melhores periféricos desse fabricante) para fazer o primeiro estágio compressão
Possíveis substitutos: basta achar um plugin compressor que tenha como parametro a série de compressores valvulado do tipo CT ou CL.
7. DUY Wide (Stereo Widener) (18:20)
Tipo:excitador de campo estéreo.
O que faz?
Usado para deixar o som dentro da "fase" do campo estéreo ao mesmo tempo "empurrando o mesmo" para frente.
Possíveis substitutos: procure um plugin do tipo "stereo enhancer".
8. Waves LinMB (Multiband Compressor) (18:40)
Tipo:compressor de multibanda.
O que faz?
Compressores normais "empurram" todo som. Compressores multibanda empurram somente a banda que você determinar (grave, médio ou agudo). Funciona parecido com um equalizador, mas ao invés de aumentar somente o "som", esse compressor "empurra" tudo que a na faixa do som (ou seja, se algo estiver com ruído irá aparecer). Ele abre o som, mas somente se há necessidade para isso.
Possíveis substitutos: qualquer plugin de Multiband Compressor.
Step 5: Clipando (Clip It)
9. T-Racks Soft Clipper (Soft Clipper) (24:01)
Tipo:plugin que regula a forma do clip e sua intensidade.
O que faz?
Se você deixar seu master no volume natural sem "domar o mesmo" na hora da conversão para o CD, você terá uma música "toda estourada". A função desse plugin é justamente limitar e desenhar os picos da música, deixando ela dentro doo limite de 0 dB.
Possíveis substitutos: esse tipo de plugin é necesário fazer algumas pesquisas para achar um bom. Não confunda o mesmo com Limiter! Muitos sites fazem isso!
Step 6: Limitando (Limit It)
10. Waves L3 (Multiband Brickwall Limiter) (25:20)
Tipo:finalização de CD
O que faz?
Esse plugin faz com a saída fique com o volume maior que a entrada. Ao contrário da compressão, ele limita o som e não comprimi (ou seja, não irá trazer a tona ruídos desnecessários). Após isso aplicará o dither no som e assim finalizará o cd.
Possíveis substitutos: existem vários plugins de limiter e poucos com a função limiter/dither como essa da Waves. O izotope Ozone é um deles. Gratuitos a MDA oferece vários plugins incluindo o dither e o limiter (baixe aqui).
Step 7: referências (reference it) (29:04)
E finalizando, as referências. Aqui a dica é uma velha conhecida do blog. Escutar o CD finalizado em vários aparelhos e ambientes (aparelhos de som, dentro do carro, celular, tocador de mp3, laptop, computador, aparelhos e tv com subwoofer) e sempre comparando com um música "comercial" do mesmo estilo. Compare se pelo menos em 3 versões ela está soando igual. Se por acaso por exemplo, o grave está forte demais em 3 tipos de aparelhos, provavelmente ele está forte demais (assim como as outras frequências).
Dica final (30:00)
Altura não importa, o que importa é a qualidade
Se sua gravação está mais alta que uma gravação comercial, CUIDADO! Você pode estar dando um corte de graves (low self) muito profundo ou ainda, seu master está muito barulhento (geralmente é ganho nas frequências 1 - 8 kHz)
Se seus ouvidos ficarem cansados, tire um descanso ou seja PARE!Tomar café não resolve...
Para melhor ajustes ou ajustes finos, use um volume baixo....
Da minha parte é isso, agora com você!!!
Boa semana e ótimas gravações!!!
Pra começar...
Não vou tapar o som com a peneira, mas se você não tiver um Mac, Pro Tools e ambiente tratado (ou equipamento parecido) dificilmente conseguirá o mesmo resultado do vídeo!
Porém, "não adianta se revoltar" o que você tem que fazer é se adaptar.
A partir daqui, começa a postagem. O tempo dela está no lado. Só traduzi realmente o que importa (adaptei também a linguagem) quem quiser saber o que ele fala, tem que saber "inglês" a língua básica para o bom engenheiro de som!
5 Razões para uma checagem final (03:30)
1 – Checagem final (Final Check) (03:37)
Tenha certeza que tudo está limpo e sem ruídos.
2 – Consistência (Consisty) (03:44)
ouça sua gravação no carro, num aparelho de som, num celular, num DVD...
tenha certeza que tudo está igual (sem excesso de grave, sem excesso de agudos)
3- Engajamento (Enhancement) (04:10)
Decida o que é melhor pra você (mais dinâmica ou mais volume)
4 – Album Flow (normalização) (04:32)
O álbum todo tem que ter o mesmo volume. Passar de uma balada para um rock e ter a mesma intensidade. Todo álbum tem que ter o espaço de 2 segundos (final/inicial) de uma música para outra.
5 – Formato Final (05:11)
O nome de todas as pistas e formato (CD, DVD, *.wav, *.mp3)
A partir daqui, veremos qual "os 10 PLUGINS da formula master", com algumas
avaliações técnicas do Palco KH.
Passo1: ‘Prepare It’ (prepare-se) (06:44)
Junte todas as pistas da sua mixagem (bounce it/render)
96 kHz/24 bits é o formato ideal
Atenção: masterizar sem um "monitor de referência" profissional é como pintar no escuro!
Não use Fones de ouvidos como referência primária!
Use 2 ou 3 músicas (comercial) do seu estilo para comparar.
Na prática: comparação de musicas já gravadas é inetvitável! (como saber se sua música está indo para o caminho certo?). A dica de converter para 96 kHZ ao invés de 48 kHz é muito válida! pois se o formato do CD é de 16 kHz então 16 x 6 é 96! Ou seja, você tem 6 vezes mais espaço para um CD ser finalizado! Agora sobre os monitores..... Eles falam isso porque lá é mais fácil de obter! (um bom aqui no Brasil está entre R$ 1000 a 800), sim é correto, mas há longo prazo (ou a curto se você tiver dinheiro). Sobre os fones sinceramente, não noto diferenças entre um fone AKG, Behringer (profissional) ou outro que vá de 18 hz a 24 kHz. O problema que na masterização como você trabalha com variações "extremas de volume" você pode "fadigar" o ouvido, por isso é desaconselhavel!
Passo 2: Consertando (Fix It) (08:17)
Você precisa polir o som (barulhos, xipos e pratos irritantes, distorções, clip,vocal fraco). Se não tiver bom, volte a sessão de mixagem ou quem sabe até a gravação!
Na prática: precisa comentar? É o básico!
Step 3: Melhorias (Enhance It) (10:30)
Aqui começa o processo do master. O autor comenta três itens:
A)Anything that improves the overall sound (tudo que melhora o som, vale a pena achar formas de melhorar sua audição)
B)Some plug-ins you can Tray (alguns plugins que você pode tentar)
Para facilitar, novamente colocarei os "links" dos plugins que ele comenta com discriçao:
1. Waves REQ (Parametric EQ – High Pass Filter) (10:53)
Tipo: equalizador paramétrico linear
O que faz?
O autor o usa para fazer "low end" a partir de 20 Hz. Essa função é usado para cortat o efeito chamado "rumble" (estrondos) que são praticamente "inaudiveis" porém que ocasionam embolamento sonoros se não forem finalizados na masterização.
Possíveis substitutos: qualquer equalizador paramétrico com função low self/notch/high self.
2. DUY Valve (Valve Emulation) (10:40)
Tipo: simulado de vávula
O que faz?
Faz com que o som fiquem mais "quente" (warm) ou seja, mais definido e claro.
Possíveis substitutos: simuladores de válvula geralmente possuem a função "drive", o segredo é "esquentar o som" sem "distorcer o mesmo". Um exciter pode ser uma saída também.
3. DUY Tape (Tape Emulation) (12:54)
Tipo: simula um som passado por fita ADAT.
O que faz?
Introduz ao som características "analógicas", como se fosse passado por um gravador ADAT, tornando os "harmônicos" mais vivos.
Possíveis substitutos:
Qualquer plugin que faça simulação de fita ou até mesmo um "delay tape" com feedback bem baixo. Porém existe algo que "poucos mencionam": se você conseguir passar sua música do computador direto para um gravador ADAT e "repassar" para o computador você corta mais da metade desse processos! Claro, se a mixagem estiver bem feita.
4. Waves QClone (Parametric EQ – High Shelving Filter) (14:10)
Tipo:outro equalizador paramétrico, porém copia frequencias de outras fontes.
O que faz?
Faz um "boost" a partir de 5 - 8 kHz, cuja a função específica é "abrir as frequências" abaixo disso e deixar o som mais audível.
Possíveis substitutos: qualquer equalizador paramétrico com função low self/notch/high self.
5. Waves Maxx Bass (Bass Enhancer) (15:12)
Tipo: excitador de grave
O que faz?
Um velho conhecido da mixagem, tem como objetivo "empurrar" todos os sub graves e graves para frente. Porém deve ser usado em "doses homopáticas" para se conseguir um bom resultado
Possíveis substitutos: qualquer plugin do tipo "bass enhancer"
Step 4: Compressão (Compress It)
6. Waves SSL Compressor (Compressor) (16:54)
Tipo: 1º compressão
O que faz?
Novamente o autor opta por usar um compressor que imita "um compressor analógico" (a série SSL da Waves é basedo nos melhores periféricos desse fabricante) para fazer o primeiro estágio compressão
Possíveis substitutos: basta achar um plugin compressor que tenha como parametro a série de compressores valvulado do tipo CT ou CL.
7. DUY Wide (Stereo Widener) (18:20)
Tipo:excitador de campo estéreo.
O que faz?
Usado para deixar o som dentro da "fase" do campo estéreo ao mesmo tempo "empurrando o mesmo" para frente.
Possíveis substitutos: procure um plugin do tipo "stereo enhancer".
8. Waves LinMB (Multiband Compressor) (18:40)
Tipo:compressor de multibanda.
O que faz?
Compressores normais "empurram" todo som. Compressores multibanda empurram somente a banda que você determinar (grave, médio ou agudo). Funciona parecido com um equalizador, mas ao invés de aumentar somente o "som", esse compressor "empurra" tudo que a na faixa do som (ou seja, se algo estiver com ruído irá aparecer). Ele abre o som, mas somente se há necessidade para isso.
Possíveis substitutos: qualquer plugin de Multiband Compressor.
Step 5: Clipando (Clip It)
9. T-Racks Soft Clipper (Soft Clipper) (24:01)
Tipo:plugin que regula a forma do clip e sua intensidade.
O que faz?
Se você deixar seu master no volume natural sem "domar o mesmo" na hora da conversão para o CD, você terá uma música "toda estourada". A função desse plugin é justamente limitar e desenhar os picos da música, deixando ela dentro doo limite de 0 dB.
Possíveis substitutos: esse tipo de plugin é necesário fazer algumas pesquisas para achar um bom. Não confunda o mesmo com Limiter! Muitos sites fazem isso!
Step 6: Limitando (Limit It)
10. Waves L3 (Multiband Brickwall Limiter) (25:20)
Tipo:finalização de CD
O que faz?
Esse plugin faz com a saída fique com o volume maior que a entrada. Ao contrário da compressão, ele limita o som e não comprimi (ou seja, não irá trazer a tona ruídos desnecessários). Após isso aplicará o dither no som e assim finalizará o cd.
Possíveis substitutos: existem vários plugins de limiter e poucos com a função limiter/dither como essa da Waves. O izotope Ozone é um deles. Gratuitos a MDA oferece vários plugins incluindo o dither e o limiter (baixe aqui).
Step 7: referências (reference it) (29:04)
E finalizando, as referências. Aqui a dica é uma velha conhecida do blog. Escutar o CD finalizado em vários aparelhos e ambientes (aparelhos de som, dentro do carro, celular, tocador de mp3, laptop, computador, aparelhos e tv com subwoofer) e sempre comparando com um música "comercial" do mesmo estilo. Compare se pelo menos em 3 versões ela está soando igual. Se por acaso por exemplo, o grave está forte demais em 3 tipos de aparelhos, provavelmente ele está forte demais (assim como as outras frequências).
Dica final (30:00)
Altura não importa, o que importa é a qualidade
Se sua gravação está mais alta que uma gravação comercial, CUIDADO! Você pode estar dando um corte de graves (low self) muito profundo ou ainda, seu master está muito barulhento (geralmente é ganho nas frequências 1 - 8 kHz)
Se seus ouvidos ficarem cansados, tire um descanso ou seja PARE!Tomar café não resolve...
Para melhor ajustes ou ajustes finos, use um volume baixo....
Da minha parte é isso, agora com você!!!
Boa semana e ótimas gravações!!!
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