sexta-feira, 22 de junho de 2012

O novo som que rola por aí: Marcus Dionizio

Marcus Dionizio é natural de Congonhas, atualmente reside em Conselheiro Lafaiete MG, foi ferroviário de coração, é motociclista por convicção e músico por vocação.
O violão, que foi seu companheiro nas horas de lazer, agora passa a ser sua ferramenta na labuta.
É com imenso prazer que apresenta o seu trabalho como profissional da música, resultado da conquista de um sonho e reflexo do seu esforço e talento.
Um pouco da minha história.....................
Sem LegendaAté bem pouco tempo eu tinha a música apenas como um hobby. Eu era um típico trabalhador com carteira assinada e trabalhava como ferroviário há 11 anos. Alimentava o sonho de trabalhar com música em tempo integral, mas achava que só iria realiza lo quando me aposentasse. Mas como a vida nos força a crescer sempre, depois de um período difícil em que tive que vencer um quadro de depressão e crises de ataque de pânico, percebi que não poderia mais adiar meus sonhos e decidi deixar meu emprego e viver exclusivamente da música.
E foi assim que em janeiro de 2008 eu pedi demissão, e desde então venho construindo minha carreira como músico profissional me apresentando com minha voz e meu violão pelos bares da vida.
Agora dando continuidade ao meu projeto de me consolidar na carreira musical lanço o meu primeiro trabalho autoral que é o cd ?Marcus Dionizio ? Saindo da linha?. Um trabalho com dez composições minhas e duas do meu amigo e parceiro Fabiano Braga que foi quem dividiu comigo a produção desse trabalho.
Essa é a minha história, esse é meu trabalho e minha vida!

 

ATENÇÃO!!!
 Segunda feira dia 25/06/12 uma postagem exclusiva aqui!
Essa é a pergunta da maioria do pessoal que anda gravando em casa e em estúdios por aí e será respondida AQUI exclusivamente!!! Sua gravação dará um salto de qualidade depois dessa postagem!!

 

sexta-feira, 15 de junho de 2012

O novo som que rola por aí: Erler

O músico e poeta, Carioca, Erler , reside na cidade de Niterói.
Tem sua formação musical nos corais da Universidade Gama Filho, Coral Corporativo Petrobrás e na Escola de Música Villa Lobos.
Começou sua carreira quando dividiu o palco de uma Casa de Shows de Niterói com Luis Cláudio Coutinho, em1988, num show que envolvia música, dança e poesia.
Entrevista a Radio Tres RiosDesde então, Erler se apresenta em shows solo ou com banda tocando MPB e Pop Rock em Casas Noturnas e boates como: Armazém 5, Clube dos Democráticos, Casa Portugal e na Quadra da Escola de Samba Academicos do Salgueiro, no Rio de Janeiro.
Na cidade de Niterói, fez apresentações nos Teatros: " SESC Niterói ", " Papel Crepon " e " Gay Lussac ".
Participou ainda de eventos públicos culturais como o projeto " Música no Horto de Niterói " em setembro de 2007, e “ Música no Campo ” da Secretaria Municipal de Cultura de Niterói, e, se apreesentando com a Banda The Dogs foi atração principal da Festa da Cidade Passa Três – Piraí - RJ , em 2001, 2002, 2003 e 2005.
Fez apresentações em eventos empresariais no Banco do Brasil, 2005; e nas Empresas " Telesoluções LTDA ", 2003 e 2004; " Brasilsaúde Cia de Seguros " , 2001 e 2002, e " Brasilveículos Cia de Seguros" , 2000 e 2001.
O artista se apresenta ainda em casamentos, formaturas, aniversários e eventos gerais e atualmente, tem se dedicado à divulgação de seu CD e DVD.
Como poeta, editou dois livros independentes “ Talvez Poesia ”, 1989 e
“ Vislumbres ”, 1997.

E agora uma das minhas músicas favoritas!!! 






sábado, 9 de junho de 2012

O som novo que rola por aí: Samuel & Greice

Emoção, singularidade, romantismo e versatilidade são algumas das características marcantes de Samuel & Greice, um magnetismo que encanta e revela o reconhecimento do público como a maior conquista da dupla.
http://www.samuelegreice.com.br/wallpapers/wallpaper_b_800x600.jpgSamuel & Greice cantaram juntos pela primeira vez no dia 22 de novembro de 2003, coincidindo, curiosamente, com o "Dia do Músico". Inicialmente participaram de Festivais de Música em toda a região sul do Brasil, conquistando muitos prêmios.
No período de novembro de 2005 a fevereiro de 2006, se apresentaram como calouros no Programa Raul Gil da TV Bandeirantes, passando pelo quadro "Teste no Palco" e posteriormente pelo "Projeto Super Talentos". Em uma enquete realizada pelo programa, Samuel & Greice obtiveram o primeiro lugar em sua categoria na opinião pública com mais de 16.000 votos. Nessa época lançaram os singles "Às Vezes É Tarde", e "Não Finja Que Não Me Viu", permanecendo diversas semanas entre as músicas mais pedidas nas rádios do sul do país. Após quase três anos trabalhando na seleção de repertório e sob a produção de Wilson Roberto (da dupla Wilson & Soraya di Paula), Samuel & Greice lançam seu Cd de Estreia "Samuel & Greice Vol.1".
O repertório, escolhido minuciosamente, traz como regravação o grande sucesso "Porta Encostada" (José Fortuna e Paraíso) e a adaptação da música "Tô Indo Embora" (Wilson Roberto) para o espanhol por Samuel & Greice entitulando-se "Estoy Partiendo" e entre as inéditas destaca-se, especialmente, a música "Aquele Que Sou Eu" (Beto Lopes). Atualmente a dupla trabalha selecionando músicas para seu novo CD e um DVD!




mais informações: site oficial: http://www.samuelegreice.com.br/

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Gravação: 6 bandas que apelaram para simplicidade e deu certo!



Pra começar a semana nada como "refrescar" as idéias musicais! Como já cometei em algumas postagens anteriores   não adianta muito compor uma música  com uma letra bacana e um estilo legal se na hora de destrubuir  as partes para cada membro da banda, ambos querem fugir muito da idéia original porque geralmente nunca dá certo (devido ao fato que uma vez que a música formou na nossa mente é difícl refaze-lá completamente diferente)  então vou falar de 5 músicas que 5 bandas fizeram onde seus "integrantes" são grandes músicos.

  6. Casa das máquinas - Casa de Rock
Pra mim  a melhor banda de rock de 1970 brasileira e uma das minhas favoritas! A questão aqui é que essa banda fazia "experiências sonoras" passando por estilos como Gênesis, Deep Purple, Led Zeppelin e todo conteúdo do hard rock setentista. Porém quase ninguém (que não seja roqueiro) conhece os caras. Porém um monte de gente conhece a  mais famosa música deles "Casa de Rock" que  é um rock bem "básico"  com uma harmonia bem popular (estilo blues ) e com notas onde qualquer um que "toca violão a 2 meses" pode fazer sem complicações. No disco "Casa de Rock" há músicas  como Dr.Medo, Essa é a vida (a minha música favorita da banda) e Sonhos de um Vagabundo e justamente a mais simples de tocar foi a que pegou! 




5.Twisted Sister - I wanna got take
Recentemente vi um show onde o vocalista Dee Snider  fala do inacreditável sucesso dessa música em todo mundo pois nenhuma outra música da banda tinha emplacado em tantos lugares. Pra começar no mesmo disco dessa música (Stay Hunger 1984) existem músicas muito boas como Stay Hunger e I wanna rock porém justamente a mais simples de tocar foi a que emplacou.  Não segredo em tocar essa música, pois tirando as guitarras distorcidas não passsa do "velho e bom" rock 4/4 americano.






4.Roupa nova - Wisky a go go
Roupa nova pra quem não sabe é uma das mais completas que o Brasil tem. Sua história inclue desde banda baile há banda de sucesso. Dona de vários hits, existe um que é tão simples de tocar que chega ser cômico! Pelo fato  de ser muito fácil e embalado (só com violão bota "as mina" pra dançar). Só para citar "Coração Pirata", "Sapato velho" e "Volta pra mim" são muito bem criadas melodicamente e harmonicamente!





3.Extreme - More than words
Pra começar, ela é fácil de tocar mais não é fácil de entender sua lógica. A introdução da música G G/B C9 Am7 C D D4 pegou muita gente "iniciante" porque as notas são essas, mas a a posição delas é diferente (confira nessa video aula http://www.youtube.com/watch?v=eLZUuCyyQe0) eu me lembro que estava começando a tocar quando ela saiu e fiz umas 100 versões até aprender a correta! hehehe
Tirando isso, sem dúvida é a música mais simples do Extreme e mais conhecida. Tá certo, que ela segue aquele estilo "baladinha comercial", mas todos a conhecem muito mais que músicas como  "Am I Ever Gonna Change", "Tell Me Something I Don't Know" ou  "Cupid's Dead". 





2. Ritchie Valens - La Bamba 
Tudo bem, sabemos que as músicas dele como "Donna", "Come let´s go" e "Summertimes Blues" não são complicadas de tocar, mas quer um exemplo mais banal para tocar do "La Bamba"? As notas C (1º) F (4º) e G (5º) além de ser maiores podem ser transportadas para todos os tons (por exemplo e D: D G A, ou E:E A B) e fazem a festa dos iniciantes por ser alegre e dançante e conhecida em qualquer lugar do mundo.





1.Remy Zero - Save Me
Não se deixe enganar pelo festival de delays e camadas  nas guitarras e na voz. A música é muito simples! Tá certo que a banda não faz músicas com "acordes complicados" eles também apelam mais para melodias bem trabalhadas. Quando escutei "Save me" a primeira vez na abertura de Smallville meu coração disparou (como combinou tão bem a música com a abertura?) e depois que eu tirei ela como é que os caras tiveram a "sacada" de usar notas tão simples e abusar dos delays! Foi algo parecido quando escutei Pride - U2 pela 1º vez aos 8 anos! (também um festival de camadas e delay na guitarra)




Viram? Ou melhor, ouviram? Como muitas vezes o que está faltando para você ser reconhecido é uma justamente uma música simples? 

Boas gravações!

quinta-feira, 31 de maio de 2012

O novo som que rola por aí: Midian Almeida

A cantora e violonista Midian Almeida iniciou sua trajetória musical no ano de 1993, participando de  festivais de música e tocando em bares do Vale do Sinos e região metropolitana de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.
 
Vinda de uma família de músicos, o interesse pela profissão aconteceu ainda menina e logo tornou-se objetivo alcançado, profissionalizando-se. Em 1995, Midian ingressou na área da produção executiva e dedicou boa parte de seu tempo à realização de shows regionais e nacionais, mas levando seu trabalho musical sempre em primeiro plano. Durante a sua trajetória musical o trabalho de divulgação, junto aos meios de comunicação, foi intenso. O resultado foram as inúmeras participações em programas de televisão, rádios locais e matérias em jornais e revistas.
 
Na TV Midian participou dos programas: Jornal do Almoço (RBS), Bom Dia Rio Grande (RBS), Palco (TV COM), Estúdio 36 (TV COM), Radar (TVE), Zoom (Guaíba) e Patrola (RBS).
 
Em 1998, Midian iniciou os trabalhos com a banda Splash que se apresenta, até hoje, nas melhores casas e nos maiores eventos do Sul do Brasil.
Em 1999, a cantora começou a gravar jingles comerciais e locuções para produtoras e agências de todo o Brasil. Nesse trabalho, continua até hoje, como uma das vozes mais versáteis do Brasil.
Em 2000, Midian trabalhou com o cantor e compositor Oswaldo Montenegro, no musical “Lendas da Ilha”, gravando solos e vocais no cd homônimo. Este trabalho, que inclui interpretação teatral, tornou-se um marco na carreira da cantora, dando a ela visão profissional e novos conhecimentos.
De 2001 a 2005, além das apresentações, a artista estudou música, fez cursos de teatro e dança, além de dedicar-se à criação da ONG Fundação Gema Brasil, em São Leopoldo – RS.
Em 2005 obteve um destaque importante no cenário publicitário do Sul, pela gravação da música da campanha “Educar é tudo" (RBS TV do RS e SC). Sua voz foi inserida aproximadamente 44.000 vezes nos intervalos das programações de TV e rádio da emissora! Isso lhe rendeu a atenção das crianças e seus pais.
Em 2006, a cantora foi convidada a mostrar seu trabalho na França. Midian levou a música brasileira e conquistou todos com sua simpatia, talento e desenvoltura. Ao retornar para o Brasil começou a se dedicar à gravação de seu primeiro cd autoral, aos shows com a banda Splash (da qual é uma das criadoras) e também aos trabalhos de publicidade.
Com a finalidade de aprimorar conhecimentos e técnicas, atualmente a cantora concluiu o Curso de Teoria e Percepção Musical no Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Em 14 anos nos palcos Midian já se apresentou, com o mesmo respeito e profissionalismo, para 2 e para 40.000 pessoas em  eventos como: Planeta Atlântida (2000), Rainha da Festa do Peão de Barretos (2006), Carnaval na Praia de Tramandaí - RS (2007, 2008 e 2009).
No estúdio, a cantora mantém uma rotina diária de gravações (solos e vocais), algo em torno de 6 a 8 jingles publicitários por semana. Veja uma lista dos principais trabalhos de Midian na publicidade na seção Jingles deste site.
Em 2008, comemorou 15 anos de estrada, iniciando as gravações de seu primeiro e tão desejado disco de carreira. Com composições suas, em parceria com Cauê Beltrame, além de Juliano Cortuah, Fausto Prado e Caetano Silveira, Edu Garcya, Manoel Tchembo e Lúcia Silveira e produção de Cássio Letona, o CD " A minha vez" foi concluído no segundo semestre de 2009.
O show de lançamento lotou o teatro Renascença, em Porto Alegre, na noite de 17 de novembro de 2009, num espetáculo de grande emoção. No palco estiveram Adriano Wigger (contrabaixo e direção musical), Giba Nunes (guitarra e vocais), Fernando Sessé (percussão), Daniel Fontoura (bateria), Daniel Hunger (teclados), Luiza Caspary (backing vocal), Viny Netto (saxofone) e também o cantor Loni Seiva. O cenário ficou à cargo da artista plástica Daniela Malfatti, a sonorização foi de Cássio Letona e técnicas de luz de Ronaldo Treme.


Mais sobre Midian Almeida:  http://www.midianalmeida.com/

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Produção: apele para o regionalismo!!!


Já reparou que esses cantores sertanejos assinam com as gravadoras  e do nada parece que a maioria das pessoas que vai nos seus shows sabem cantar suas músicas do DVD/CD mesmo sem terem feito um lançamento nacional? Pois bem, quando estava fazendo produção para meus amigos Samuel e Greice, a banda que eles contraram  para acompanhar eles o tecladista/gaitista  tinha o CD da dupla e sabia cantar todas as músicas da dupla,  tanto que no ensaio que a dupla não apareceu ele cantou as músicas.  Isso se chama "regionalismo" ou seja, o artista/banda não precisa ser conhecido nacionalmente, para"impulsionar" basta ser conhecido e atrair público na sua cidade (se bem que o tamanho influência muito), região ou estado.  Pra mim a melhor de rock atual do Brasil está aqui em SC chama-se Dazaranha, a prova disso é que onde ela toca sempre é garantia de shows lotados em  tempos que o "sertanejo universitário" domina.  Digue (um amigo meu) me comentou um vez que o "regionalismo" é melhor caminho para o sucesso porque se o povo gosta regionalmente de sua música gostará nacionalmente porém mas não podemos deixar de dizer que essa relação "nacional" entre as produtoras, gravadoras e jabá está afetando muita gente boa pois chegamos num ponto que para eles a " música não é mais arte" e só mais uma forma de ganhar "dinheiro".
A falta de apoio ao regionalismo
Uma vez numa postagem comentei que nos EUA o jabá não atua nacionalmente como aqui e sim em rádios do mesmo estilo (como rock tem o seu jabá, música eletrônica tem o seu, country tem o seu, pop tem o seu)  porém é mais fácil de destacar regionalmente pois sua política de rádio é bem mais aberta (qualquer um pode ter uma rádio  comunitária  enquanto montar uma rádio por aqui é sempre um parto) porém não é toda rádio "comunitária " que toca um artista regional  porque sinceramente a dois fatores que atrapalham bastante:

1)Há  um jabá  que boicota a maioria dos novos artistas, seja por medo, seja para promover somente um estilo (por que será que as grandes rádios no Brasil sempre tocam somente 3 estilos?) ou seja, não abrem mão de  "sua galinha dos ovos de ouro".

2)Muito músicos regionais são bons, tem ótimas idéias, tem boas letras mas pecam na produção e na gravação do "CD Demo" e o que acaba acontecendo que como as músicas ficam "fora do padrão de rádio" simplesmente não tocam pois não há condição pra isso.
Esses dois fatores são responsáveis diretamente pela falta de músicas de artistas/locais nas rádios, há várias rádios com "programação aberta" que destacam muito esse tipo de artista. Por isso sempre aconselho 3 tipos de master/mixagem: 1) pro CD, 2 ) para carro e 3) para rádio.

Qual o passo então para o regionalismo?
Primeiro de tudo... COMPOR! Segundo, se aprofundar no estilo que vai compor e terceiro é mostrar para o público (seja em shows ou internet). Porém existem um detalhe mais importante do que tudo: sua atitude de mudança. Muitas vezes a pessoa acha que indo para São Paulo, Rio de Janeiro ou Salvador vai conseguir fazer sua carreira deslanchar porém se não for uma coisa BEM planejada você pode se frustar. Então o negócio é ser firmar em algum lugar.  Eu tinha uma banda que nós quase não tocavamos na cidade e sim nas cidades vizinhas e estávamos prestes a conseguir o sucesso regional (fizemos 4 músicas e o pessoal sabia cantar elas) quando damos "o passo maior que a perna" e inventamos de ira para Porto Alegre, uma cidade repleta de ótimos músicos enquanto se tivessemos ficado apenas mais 1 ano na nossa região a história da banda poderia ter sido diferente. Nós tocavamos bem (escute uma música aqui) mas  fomos parar numa cidade sem "estrutura nenhuma" e se já é complicado para uma dupla imagina para 4 pessoas! Por isso investir no regionalismo é a  melhor solução para quem procura divulgar seu trabalho e tem mais uma coisa: com a internet muitas vezes é mais eficiente você mandar um link para um empresário de um show mostrando que o público gosta de você do que tentando a sorte em outra cidade. É impossível? Até que não! Conheço um amigo meu que mandou umas músicas para o Kiko Zambiamqui e eles a escutou e aconselhou pessoalmente como melhorar as mesmas, porém se ele gostou ou não daí é outra história....

Lembre-se de 3 coisas

1)Côver é muito bom pra ganhar dinheiro e se divertir, mas não expressa o que você sente

2)Há vários sinônimos para o 'sucesso" um deles irá ter encaminhar para o lugar certo.

3)Não substime o povo! Estamos vivendo um momento crítico musicalmente para muitos, mas ainda há um monte de gente querendo ouvir coisas novas e quando o povo quer, o jabá não pode negar!!!

ÓTIMAS INSPIRAÇÕES!!!

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Teste de plugin Guitar Rig 5

Salve!!! Pra começar a semana vou falar finalmente de um plugin que estava pra testar, daí adiava daí aparecia outra coisa e assim por diante. O Natives Instruments Guitar Rig 5 já muito usado por aí pelos guitarristas. O meu teste é baseado nas diferenças do 2 até a versão 5 do Guitar Rig.

De 2 a 5

Quando saiu a versão do Guitar Rig 2, revistas do mundo todo anunciaram como a revolução dos "simuladores" na versão plugin (parecido com que fizeram com POD XT da Line6) e quando eu usei em estúdio para gravar a música Por Quê? e isso foi em novembro de 2004 eu tive que gravar "tudo no limpo" e depois foi passado o plugin, pois na epóca foi gravado com uma SB  Audigy e ainda não havia sido inventado o emulador ASIO e por isso somente as "placas mais caras" tinham acesso ao plugin em tempo real. Quando saiu o Guitar Rig 3 ele tinha exatamente  as mesma simulações e acrescentam mais 3 amplificadores e 3 pedais de distorção, mudaram a emulação de cabinete mas confesso que parece que os "timbres" não estavam a mesma coisa que no 2 e quando saiu o Guitar Rig 4 apesar de simulações novas (incluindo pedais de modulação) o timbre não mudou quase nada do 3, ficou pesado para CPU, menu de acesso confuso e Native Instruments perdeu totalmente o espaço para a Revalver (com MKIII), Waves (com o Waves GTR 3) e o IK Multimedia (com o Amplitube 3) e além do mais o Guitar Rig caiu muito no raking das revistas especializadas e depois de umas atualizações (incluindo uma versão portable) resolveram lançar o Guitar Rig 5


O que vi de novo?
Pra começar, posso dizer que esse é o melhor Guitar Rig pois os timbres estão mais puros e reais. Além dos modelos de amplificadores anteriores colocaram mais 3 incrivelmente reais e sem contar que o uso de CPU caiu muito e ainda há requisito de segurança: quando ela passa dos 96% o plugin trava e pede para rever o "excesso de efeitos".  Para "imitar" um sintetizador existe vários efeitos criados para isso "facilmente isso. Agora também possue "modelagem de espaço" como no amplitube 3, ou seja você posicionar o microfone onde quiser no falante.


O que há nele?

Amplificadores: Plexi (Marshall Plexi 1959) JCM800 (Marshall JCM800), Jazz Amp  (Roland Jazz Chorus), Twang Reverb (Fender Twin Reverb), Hot Plexi (Foi um Plexi modificado que Ed Van Halen usou nos discos da banda na era David Lee Roth), Cool Plexi (Marshall Plexi 1960), Jump (Marshall JMP), AC BOX (Vox AC30), Citrus (Orange OverDriver OD120), High White (Hiwatt DR103),  Gratifier (Mesa Boggie Dual Rectifier), Hot solo (Soldano Hot Rod 100), Tweedman (Fender Bassman), Ultrasonic (Bogner Uberschall), Tweed Delight (Fender Tweed Deluxe), Bass Pro (Ampeg SVT2 pro), Rammfire (Mesa Boggie usado  Richard Z. Kruspe  do Rammstein)   e Van 51 (Peavey 5150 ou 6505)

Leia AQUI a relação de efeitos, cabinetes, microfones e falantes. 


Videos





Prós
Amplificadores mais realistas
Função "Reschord" que reforça seus acordes (muito bom para rock)
Função "control room" que controla o ambiente
Efeito "stereo tune" permite posicionar seu campo estereo
Komplet Effects: efeitos originais da Native Instruments desde compressores, equallizadores, expansores estéreos e  reverb multi uso.

Contras
Novamente não há harmonizer inteligente como o do Amplitube
Dificil de editar/salvar/carregar presets ou bancos (assim como o Guitar Rig 4)
Player (cassete) não produz sample rate real (deixa tudo obscuro)



Baixe a versão "demo" e tire suas conclusões AQUI! (Não precisa de cadastro no site)


Boa semana!!!