Marcus Dionizio é natural de Congonhas, atualmente reside em
Conselheiro Lafaiete MG, foi ferroviário de coração, é motociclista por
convicção e músico por vocação.
O violão, que foi seu companheiro nas horas de lazer, agora passa a ser sua ferramenta na labuta.
É
com imenso prazer que apresenta o seu trabalho como profissional da
música, resultado da conquista de um sonho e reflexo do seu esforço e
talento.
Um pouco da minha história..................... Até
bem pouco tempo eu tinha a música apenas como um hobby. Eu era um
típico trabalhador com carteira assinada e trabalhava como ferroviário
há 11 anos. Alimentava o sonho de trabalhar com música em tempo
integral, mas achava que só iria realiza lo quando me aposentasse. Mas
como a vida nos força a crescer sempre, depois de um período difícil em
que tive que vencer um quadro de depressão e crises de ataque de pânico,
percebi que não poderia mais adiar meus sonhos e decidi deixar meu
emprego e viver exclusivamente da música.
E foi assim que em
janeiro de 2008 eu pedi demissão, e desde então venho construindo minha
carreira como músico profissional me apresentando com minha voz e meu
violão pelos bares da vida.
Agora dando continuidade ao meu
projeto de me consolidar na carreira musical lanço o meu primeiro
trabalho autoral que é o cd ?Marcus Dionizio ? Saindo da linha?.
Um trabalho com dez composições minhas e duas do meu amigo e parceiro
Fabiano Braga que foi quem dividiu comigo a produção desse trabalho.
Essa é a minha história, esse é meu trabalho e minha vida!
ATENÇÃO!!!
Segunda feira dia 25/06/12 uma postagem exclusiva aqui!
Essa é a pergunta da maioria do pessoal que anda gravando em casa e em estúdios por aí e será respondida AQUI exclusivamente!!! Sua gravação dará um salto de qualidade depois dessa postagem!!
O músico e poeta, Carioca, Erler , reside na cidade de Niterói.
Tem sua formação musical nos corais da Universidade Gama Filho, Coral Corporativo Petrobrás e na Escola de Música Villa Lobos.
Começou sua carreira quando dividiu o palco de uma Casa de Shows de Niterói com Luis Cláudio Coutinho, em1988, num show que envolvia música, dança e poesia. Desde então, Erler se
apresenta em shows solo ou com banda tocando MPB e Pop Rock em Casas
Noturnas e boates como: Armazém 5, Clube dos Democráticos, Casa
Portugal e na Quadra da Escola de Samba Academicos do Salgueiro, no Rio
de Janeiro.
Na cidade de Niterói, fez apresentações nos Teatros: " SESC Niterói ", " Papel Crepon " e " Gay Lussac ".
Participou
ainda de eventos públicos culturais como o projeto " Música no Horto de
Niterói " em setembro de 2007, e “ Música no Campo ” da Secretaria
Municipal de Cultura de Niterói, e, se apreesentando com a Banda The
Dogs foi atração principal da Festa da Cidade Passa Três – Piraí - RJ ,
em 2001, 2002, 2003 e 2005.
Fez apresentações em eventos
empresariais no Banco do Brasil, 2005; e nas Empresas " Telesoluções
LTDA ", 2003 e 2004; " Brasilsaúde Cia de Seguros " , 2001 e 2002, e "
Brasilveículos Cia de Seguros" , 2000 e 2001.
O artista se
apresenta ainda em casamentos, formaturas, aniversários e eventos gerais
e atualmente, tem se dedicado à divulgação de seu CD e DVD.
Como poeta, editou dois livros independentes “ Talvez Poesia ”, 1989 e
“ Vislumbres ”, 1997.
Emoção, singularidade, romantismo e versatilidade são algumas das
características marcantes de Samuel & Greice, um magnetismo que
encanta e revela o reconhecimento do público como a maior conquista da
dupla. Samuel & Greice cantaram juntos pela primeira vez no dia 22 de novembro de 2003, coincidindo, curiosamente, com o "Dia do Músico". Inicialmente participaram de Festivais de Música em toda a região sul do Brasil, conquistando muitos prêmios.
No período de novembro de 2005 a fevereiro de 2006, se apresentaram como calouros no Programa Raul Gil
da TV Bandeirantes, passando pelo quadro "Teste no Palco" e
posteriormente pelo "Projeto Super Talentos". Em uma enquete realizada
pelo programa, Samuel & Greice obtiveram o primeiro lugar em sua
categoria na opinião pública com mais de 16.000 votos. Nessa época lançaram os singles "Às Vezes É Tarde", e "Não Finja Que Não Me Viu", permanecendo diversas semanas entre as músicas mais pedidas nas rádios do sul do país. Após quase três anos trabalhando na seleção de repertório e sob a
produção de Wilson Roberto (da dupla Wilson & Soraya di Paula),
Samuel & Greice lançam seu Cd de Estreia "Samuel & Greice
Vol.1".
O repertório, escolhido minuciosamente, traz como regravação o grande
sucesso "Porta Encostada" (José Fortuna e Paraíso) e a adaptação da
música "Tô Indo Embora" (Wilson Roberto) para o espanhol por Samuel
& Greice entitulando-se "Estoy Partiendo" e entre as inéditas
destaca-se, especialmente, a música "Aquele Que Sou Eu" (Beto Lopes). Atualmente a dupla trabalha selecionando músicas para seu novo CD e um DVD!
Pra
começar a semana nada como "refrescar" as idéias musicais! Como já
cometei em algumas postagens anteriores não adianta muito compor uma músicacom uma letra bacana e um estilo legal se na
hora de destrubuiras partes para cada
membro da banda, ambos querem fugir muito da idéia original porque geralmente
nunca dá certo (devido ao fato que uma vez que a música formou na nossa mente é
difícl refaze-lá completamente diferente)então vou falar de 5 músicas que 5 bandas fizeram onde seus
"integrantes" são grandes músicos.
6. Casa
das máquinas - Casa de Rock
Pra
mima melhor banda de rock de 1970
brasileira e uma das minhas favoritas! A questão aqui é que essa banda fazia
"experiências sonoras" passando por estilos como Gênesis, Deep
Purple, Led Zeppelin e todo conteúdo do hard rock setentista. Porém quase
ninguém (que não seja roqueiro) conhece os caras. Porém um monte de gente
conhece amais famosa música deles
"Casa de Rock" queé um rock
bem "básico"com uma harmonia
bem popular (estilo blues ) e com notas onde qualquer um que "toca violão
a 2 meses" pode fazer sem complicações. No disco "Casa de Rock"
há músicascomo Dr.Medo, Essa é a vida
(a minha música favorita da banda) e Sonhos de um Vagabundo e justamente a mais
simples de tocar foi a que pegou!
Recentemente
vi um show onde o vocalista Dee
Sniderfala do inacreditável sucesso dessa música em todo mundo
pois nenhuma outra música da banda tinha emplacado em tantos lugares. Pra
começar no mesmo disco dessa música (Stay Hunger 1984) existem músicas muito
boas como Stay Hunger e I wanna rock porém justamente a mais simples de tocar
foi a que emplacou.Não segredo em tocar
essa música, pois tirando as guitarras distorcidas não passsa do "velho e
bom" rock 4/4 americano.
Roupa
nova pra quem não sabe é uma das mais completas que o Brasil tem. Sua história
inclue desde banda baile há banda de sucesso. Dona de vários hits, existe um
que é tão simples de tocar que chega ser cômico! Pelo fatode ser muito fácil e embalado (só com violão
bota "as mina" pra dançar). Só para citar "Coração Pirata", "Sapato velho" e "Volta pra mim" são muito bem criadas melodicamente e harmonicamente!
Pra
começar, ela é fácil de tocar mais não é fácil de entender sua lógica. A
introdução da música GG/BC9Am7CDD4
pegou
muita gente "iniciante" porque as notas são essas, mas a a posição
delas é diferente (confira nessa video aula
http://www.youtube.com/watch?v=eLZUuCyyQe0) eu me lembro que estava começando a
tocar quando ela saiu e fiz umas 100 versões até aprender a correta! hehehe
Tirando
isso, sem dúvida é a música mais simples do Extreme e mais conhecida. Tá certo,
que ela segue aquele estilo "baladinha comercial", mas todos a
conhecem muito mais que músicas como"Am I Ever Gonna Change","Tell Me Something I Don't
Know" ou"Cupid's Dead".
Tudo bem, sabemos que as músicas dele como "Donna", "Come let´s go" e "Summertimes Blues" não são complicadas de tocar, mas quer um exemplo mais banal para tocar do "La Bamba"? As notas C (1º) F (4º) e G (5º) além de ser maiores podem ser transportadas para todos os tons (por exemplo e D: D G A, ou E:E A B) e fazem a festa dos iniciantes por ser alegre e dançante e conhecida em qualquer lugar do mundo.
Não se deixe enganar pelo festival de delays e camadas nas guitarras e na voz. A música é muito simples! Tá certo que a banda não faz músicas com "acordes complicados" eles também apelam mais para melodias bem trabalhadas. Quando escutei "Save me" a primeira vez na abertura de Smallville meu coração disparou (como combinou tão bem a música com a abertura?) e depois que eu tirei ela como é que os caras tiveram a "sacada" de usar notas tão simples e abusar dos delays! Foi algo parecido quando escutei Pride - U2 pela 1º vez aos 8 anos! (também um festival de camadas e delay na guitarra)
A cantora e violonista
Midian Almeidainiciou
sua trajetória musical no ano de 1993, participando de festivais de música
e tocando em bares do Vale do Sinos e região metropolitana de Porto
Alegre, no Rio Grande do Sul.
Vinda de uma família de
músicos, o interesse pela profissão aconteceu ainda menina e logo tornou-se
objetivo alcançado, profissionalizando-se. Em 1995, Midian ingressou na
área da produção executiva e dedicou boa parte de seu tempo à realização de
shows regionais e nacionais, mas levando seu trabalho musical sempre em
primeiro plano. Durante a sua
trajetória musical o trabalho de divulgação, junto aos meios de comunicação, foi
intenso. O resultado foram as inúmeras participações em programas de
televisão, rádios locais e matérias em jornais e revistas.
Na TV Midian participou dos programas: Jornal do Almoço
(RBS), Bom Dia
Rio Grande (RBS), Palco (TV COM), Estúdio 36 (TV COM), Radar (TVE), Zoom
(Guaíba) e Patrola (RBS).
Em 1998, Midian iniciou os trabalhos com a banda Splash que se
apresenta, até hoje, nas melhores casas e nos maiores eventos do Sul do
Brasil.
Em 1999, a cantora começou a gravar jingles comerciais e
locuções para produtoras e agências de todo o Brasil. Nesse trabalho,
continua até hoje, como uma das vozes mais versáteis do Brasil.
Em 2000, Midian trabalhou com o cantor e compositor Oswaldo Montenegro, no musical “Lendas da Ilha”, gravando
solos e vocais no cd homônimo. Este trabalho, que inclui interpretação
teatral, tornou-se um
marco na carreira da cantora, dando a ela visão profissional e novos
conhecimentos.
De 2001 a 2005, além das apresentações, a artista estudou
música, fez cursos de teatro e dança, além de dedicar-se à
criação da ONG Fundação Gema Brasil, em São Leopoldo –
RS.
Em 2005 obteve um destaque importante no cenário
publicitário do Sul, pela gravação da música da campanha “Educar é tudo" (RBS
TV do RS e SC). Sua voz foi inserida
aproximadamente 44.000 vezes nos intervalos das programações de TV e rádio da emissora! Isso lhe rendeu a atenção
das crianças e seus
pais.
Em 2006, a cantora foi convidada a mostrar seu trabalho na França. Midian levou a música
brasileira e conquistou todos com sua simpatia, talento e desenvoltura.
Ao retornar para o Brasil começou a se dedicar à gravação de seu primeiro cd
autoral, aos shows com a banda Splash (da qual é uma das criadoras) e também
aos trabalhos de publicidade.
Com a finalidade de aprimorar conhecimentos e técnicas,
atualmente a cantora concluiu o Curso de Teoria e Percepção Musical no
Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Em 14 anos nos palcos Midian
já se apresentou,
com o mesmo respeito e profissionalismo, para 2 e para 40.000 pessoas em
eventos como: Planeta
Atlântida (2000), Rainha da Festa do Peão de Barretos (2006), Carnaval na Praia
de Tramandaí - RS (2007, 2008 e 2009).
No estúdio, a cantora mantém
uma rotina diária de gravações (solos e vocais), algo em torno de 6 a 8 jingles publicitários
por semana. Veja uma lista dos principais
trabalhos de Midian na publicidade na seção Jingles
deste site.
Em
2008, comemorou 15 anos de estrada, iniciando as gravações de seu primeiro e
tão desejado disco de carreira. Com composições suas, em parceria com Cauê
Beltrame, além de Juliano Cortuah, Fausto Prado e Caetano Silveira, Edu
Garcya, Manoel Tchembo e Lúcia Silveira e produção de Cássio Letona, o CD "
A minha vez" foi concluído no segundo semestre de 2009.
O
show de lançamento lotou o teatro Renascença, em Porto Alegre, na noite
de 17 de novembro de 2009, num espetáculo de grande emoção. No palco
estiveram Adriano Wigger (contrabaixo e direção musical), Giba Nunes
(guitarra e vocais), Fernando Sessé (percussão), Daniel Fontoura (bateria),
Daniel Hunger (teclados), Luiza Caspary (backing vocal), Viny Netto
(saxofone) e também o cantor Loni Seiva. O cenário ficou à cargo da artista
plástica Daniela Malfatti, a sonorização foi de Cássio Letona e técnicas de
luz de Ronaldo Treme.
Já
reparou que esses cantores sertanejos assinam com as gravadorase do nada parece que a maioria das pessoas
que vai nos seus shows sabem cantar suas músicas do DVD/CD mesmo sem terem
feito um lançamento nacional? Pois bem, quando estava fazendo produção para meus
amigos Samuel e Greice, a banda que eles contrarampara acompanhar eles o
tecladista/gaitistatinha o CD da dupla
e sabia cantar todas as músicas da dupla, tanto que no ensaio que a dupla não
apareceu ele cantou as músicas.Isso se
chama "regionalismo"ou seja, o artista/banda não precisa ser
conhecido nacionalmente, para"impulsionar" basta ser conhecido e
atrair público na sua cidade (se bem que o tamanho influência muito), região ou
estado.Pra mim a melhor de rock atual
do Brasil está aqui em SC chama-se Dazaranha, a prova disso é que onde ela toca
sempre é garantia de shows lotados emtempos que o "sertanejo universitário" domina.Digue (um amigo meu) me comentou um vez que o
"regionalismo" é melhor caminho para o sucesso porque se o povo gosta
regionalmente de sua música gostará nacionalmente porém mas não podemos
deixar de dizer que essa relação "nacional" entre as produtoras,
gravadoras e jabá está afetando muita gente boa pois chegamos num ponto que
para eles a " música não é mais arte" e só mais uma forma de ganhar
"dinheiro".
A
falta de apoio ao regionalismo
Uma
vez numa postagem comentei que nos EUA o jabá não atua nacionalmente como aqui
e sim em rádios do mesmo estilo (como rock tem o seu jabá, música eletrônica
tem o seu, country tem o seu, pop tem o seu)porém é mais fácil de destacar regionalmente pois sua política de rádio
é bem mais aberta (qualquer um pode ter uma rádiocomunitáriaenquanto montar uma rádio por aqui é sempre um parto) porém não é toda
rádio "comunitária " que toca um artista regionalporque sinceramente a dois fatores que
atrapalham bastante:
1)Háum jabáque boicota a maioria dos novos artistas, seja por medo, seja para
promover somente um estilo (por que será que as grandes rádios no Brasil sempre
tocam somente 3 estilos?) ou seja, não abrem mão de"sua galinha dos ovos de ouro".
2)Muito
músicos regionais são bons, tem ótimas idéias, tem boas letras mas pecam na
produção e na gravação do "CD Demo" e o que acaba acontecendo que
como as músicas ficam "fora do padrão de rádio" simplesmente não
tocam pois não há condição pra isso.
Esses
dois fatores são responsáveis diretamente pela falta de músicas de
artistas/locais nas rádios, há várias rádios com "programação aberta"
que destacam muito esse tipo de artista. Por isso sempre aconselho 3 tipos de master/mixagem: 1) pro CD, 2 ) para carro e 3) para rádio.
Qual
o passo então para o regionalismo?
Primeiro
de tudo... COMPOR! Segundo, se aprofundar no estilo que vai compor e terceiro é
mostrar para o público (seja em shows ou internet). Porém existem um detalhe
mais importante do que tudo: sua atitude de mudança. Muitas vezes a pessoa acha
que indo para São Paulo, Rio de Janeiro ou Salvador vai conseguir fazer sua
carreira deslanchar porém se não for uma coisa BEM planejada você pode se
frustar. Então o negócio é ser firmar em algum lugar.Eu tinha uma banda que nós quase não
tocavamos na cidade e sim nas cidades vizinhas e estávamos prestes a conseguir
o sucesso regional (fizemos 4 músicas e o pessoal sabia cantar elas) quando
damos "o passo maior que a perna" e inventamos de ira para Porto
Alegre, uma cidade repleta de ótimos músicos enquanto se tivessemos ficado
apenas mais 1 ano na nossa região a história da banda poderia ter sido
diferente. Nós tocavamos bem (escute uma música aqui) masfomos parar numa cidade sem "estrutura
nenhuma" e se já é complicado para uma dupla imagina para 4 pessoas! Por
isso investir no regionalismo é amelhor
solução para quem procura divulgar seu trabalho e tem mais uma coisa: com a
internet muitas vezes é mais eficiente você mandar um link para um empresário
de um show mostrando que o público gosta de você do que tentando a sorte em
outra cidade. É impossível? Até que não! Conheço um amigo meu que mandou umas
músicas para o Kiko Zambiamqui e eles a escutou e aconselhou pessoalmente como
melhorar as mesmas, porém se ele gostou ou não daí é outra história....
Lembre-se
de 3 coisas
1)Côver
é muito bom pra ganhar dinheiro e se divertir, mas não expressa o que você
sente
2)Há
vários sinônimos para o 'sucesso" um deles irá ter encaminhar para o lugar
certo.
3)Não
substime o povo! Estamos vivendo um momento crítico musicalmente para muitos,
mas ainda há um monte de gente querendo ouvir coisas novas e quando o povo
quer, o jabá não pode negar!!!
Salve!!! Pra começar a semana vou falar finalmente de um plugin que estava pra testar, daí adiava daí aparecia outra coisa e assim por diante. O Natives Instruments Guitar Rig 5 já muito usado por aí pelos guitarristas. O meu teste é baseado nas diferenças do 2 até a versão 5 do Guitar Rig.
De 2 a 5
Quando saiu a versão do Guitar Rig 2, revistas do mundo todo anunciaram como a revolução dos "simuladores" na versão plugin (parecido com que fizeram com POD XT da Line6) e quando eu usei em estúdio para gravar a música Por Quê? e isso foi em novembro de 2004 eu tive que gravar "tudo no limpo" e depois foi passado o plugin, pois na epóca foi gravado com uma SB Audigy e ainda não havia sido inventado o emulador ASIO e por isso somente as "placas mais caras" tinham acesso ao plugin em tempo real. Quando saiu o Guitar Rig 3 ele tinha exatamente as mesma simulações e acrescentam mais 3 amplificadores e 3 pedais de distorção, mudaram a emulação de cabinete mas confesso que parece que os "timbres" não estavam a mesma coisa que no 2 e quando saiu o Guitar Rig 4 apesar de simulações novas (incluindo pedais de modulação) o timbre não mudou quase nada do 3, ficou pesado para CPU, menu de acesso confuso e Native Instruments perdeu totalmente o espaço para a Revalver (com MKIII), Waves (com o Waves GTR 3) e o IK Multimedia (com o Amplitube 3) e além do mais o Guitar Rig caiu muito no raking das revistas especializadas e depois de umas atualizações (incluindo uma versão portable) resolveram lançar o Guitar Rig 5
O que vi de novo?
Pra começar, posso dizer que esse é o melhor Guitar Rig pois os timbres estão mais puros e reais. Além dos modelos de amplificadores anteriores colocaram mais 3 incrivelmente reais e sem contar que o uso de CPU caiu muito e ainda há requisito de segurança: quando ela passa dos 96% o plugin trava e pede para rever o "excesso de efeitos". Para "imitar" um sintetizador existe vários efeitos criados para isso "facilmente isso. Agora também possue "modelagem de espaço" como no amplitube 3, ou seja você posicionar o microfone onde quiser no falante.
O que há nele?
Amplificadores: Plexi (Marshall Plexi 1959) JCM800 (Marshall JCM800), Jazz Amp (Roland Jazz Chorus), Twang Reverb (Fender Twin Reverb), Hot Plexi (Foi um Plexi modificado que Ed Van Halen usou nos discos da banda na era David Lee Roth), Cool Plexi (Marshall Plexi 1960), Jump (Marshall JMP), AC BOX (Vox AC30), Citrus (Orange OverDriver OD120), High White (Hiwatt DR103), Gratifier (Mesa Boggie Dual Rectifier), Hot solo (Soldano Hot Rod 100), Tweedman (Fender Bassman), Ultrasonic (Bogner Uberschall), Tweed Delight (Fender Tweed Deluxe), Bass Pro (Ampeg SVT2 pro), Rammfire (Mesa Boggie usado Richard Z. Kruspe do Rammstein) e Van 51 (Peavey 5150 ou 6505)
Leia AQUI a relação de efeitos, cabinetes, microfones e falantes.
Videos
Prós
Amplificadores mais realistas
Função "Reschord" que reforça seus acordes (muito bom para rock)
Função "control room" que controla o ambiente
Efeito "stereo tune" permite posicionar seu campo estereo
Komplet Effects: efeitos originais da Native Instruments desde compressores, equallizadores, expansores estéreos e reverb multi uso.
Contras
Novamente não há harmonizer inteligente como o do Amplitube
Dificil de editar/salvar/carregar presets ou bancos (assim como o Guitar Rig 4)
Player (cassete) não produz sample rate real (deixa tudo obscuro)
Baixe a versão "demo" e tire suas conclusões AQUI! (Não precisa de cadastro no site)