Não basta apenas chegar e cantar! Muitas vezes um bom exercício de aquecimento ajuda e muito na hora de gravar! Esses exercício são muito legais e o melhor que está disponível para download!
Caso queira baixar clique aqui (é necessário registrar-se no 4shared, é grátis)
segunda-feira, 9 de abril de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Produção: e a maré vai mudar....
Cada vez mais difícil postar, porém é por causa que quase não tenho tempo! Mas de vez em quando conseguimos postar algumas coisas... Uma vez falei que a onda musical sempre muda de 5 em 5 anos e novamente estamos chegando na "quebra da onda" e agora é a vez do sertanejo universitário.
Para onde vamos?
Um amigo meu comentou que ainda não se sabe o que estar por vir, mas ele acha que provalvelmente vai ser aquelas músicas com 3 ou 4 estilos na mesma canção, porém isso é uma "fórmula" meio manjada! Tenho escutado muita coisa por aí (e realmente não sei o que está pro vir) mas se fosse apostar em algo seria alguns estilos "latinos" que foram testados em doses "homopáticas"durante anos, podem agora vir a tona com tudo. No caso deles o 1º seria o ragatanga (não aquela música do Rougue) como essa música dançada num programa por Raquel Riquelme (não sei ainda que a banda da música):
Tanto que o estilo está sendo difundido que o tema de abertura da novela "Avenida Brasil", a música Vem dançar com tudo (Robson Moura e Lino Krizz) é justamente uma mistura de eletrônico, ragatanga e funk:
E logicamente, se o "sertanejo universitário" pode estar no fim do seu reinado, resta a duplas (que são muitas) adaptar o sertanejo aos novos estilos que estão por vir e por isso a música Então Valeu da dupla Fred e Gustavo mostra como o estilo pode evoluir sem perder o sentido:
E para os roqueiros? O problema é que os músicos do rock precisam sair um pouco daquela coisa 4/4 e se arriscar em outros tempos (e contra tempos). Quando "Supernatural" foi lanaçado, Carlos Santana deu um show ao mostrar como o rock pode se adptar aos estilos latinos, como mostra a música Smooth:
E para quem acha que o hard rock não pode ser "espanizado", Slash e o Gun´s Roses provaram que sim na música Double Talkin Jive
Esse são somentes "alguns ritmos" que podem vingar, lembrando que posso estar completamnte errado!
O que você tem haver com isso?
Pra você que está aí, sozinho ou com banda "infurnicado" numa sala de de ensaios repleto de "gravações caseira" e aquele de bando de chatos dizendo que é "música exprimental" chegou a sua hora! Pois as gravadoras irão abrir as portas para os produtores que trouxerem novidades! E por isso você deve estar preparado, pois outra chance só daqui a 5 anos! É claro que primeiramente irão favorecer que tem "jabá" mas novamente (por um raro momento) terão que favorecer que tem um talendo musical diferente para mostrar.
Por isso se estava esperando do momento para mostrar a sua música, chegou hora! Mãos a obra!!!
Abraços!!!
Para onde vamos?
Um amigo meu comentou que ainda não se sabe o que estar por vir, mas ele acha que provalvelmente vai ser aquelas músicas com 3 ou 4 estilos na mesma canção, porém isso é uma "fórmula" meio manjada! Tenho escutado muita coisa por aí (e realmente não sei o que está pro vir) mas se fosse apostar em algo seria alguns estilos "latinos" que foram testados em doses "homopáticas"durante anos, podem agora vir a tona com tudo. No caso deles o 1º seria o ragatanga (não aquela música do Rougue) como essa música dançada num programa por Raquel Riquelme (não sei ainda que a banda da música):
Tanto que o estilo está sendo difundido que o tema de abertura da novela "Avenida Brasil", a música Vem dançar com tudo (Robson Moura e Lino Krizz) é justamente uma mistura de eletrônico, ragatanga e funk:
E logicamente, se o "sertanejo universitário" pode estar no fim do seu reinado, resta a duplas (que são muitas) adaptar o sertanejo aos novos estilos que estão por vir e por isso a música Então Valeu da dupla Fred e Gustavo mostra como o estilo pode evoluir sem perder o sentido:
E para os roqueiros? O problema é que os músicos do rock precisam sair um pouco daquela coisa 4/4 e se arriscar em outros tempos (e contra tempos). Quando "Supernatural" foi lanaçado, Carlos Santana deu um show ao mostrar como o rock pode se adptar aos estilos latinos, como mostra a música Smooth:
E para quem acha que o hard rock não pode ser "espanizado", Slash e o Gun´s Roses provaram que sim na música Double Talkin Jive
Esse são somentes "alguns ritmos" que podem vingar, lembrando que posso estar completamnte errado!
O que você tem haver com isso?
Pra você que está aí, sozinho ou com banda "infurnicado" numa sala de de ensaios repleto de "gravações caseira" e aquele de bando de chatos dizendo que é "música exprimental" chegou a sua hora! Pois as gravadoras irão abrir as portas para os produtores que trouxerem novidades! E por isso você deve estar preparado, pois outra chance só daqui a 5 anos! É claro que primeiramente irão favorecer que tem "jabá" mas novamente (por um raro momento) terão que favorecer que tem um talendo musical diferente para mostrar.
Por isso se estava esperando do momento para mostrar a sua música, chegou hora! Mãos a obra!!!
Abraços!!!
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Produção: e a maré vai mudar
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Masterização: ficou baixo a trilha mas a mixagem está boa... Que tal regravar o resultado final para dentro manualmente?
DAW: Qualquer uma
Dificuldade: De fácil a difícil (depende da sua compreensão)
Salve gente!!! Um pouco parado para variar, mas vamos lá!
Vou postar mais uma técnica de masterização para tentar resolver um velhoi problema. Muita gente me fala que não consegue fazer o volume de suas trilhas ficar igual a de uma música comercial. Falta harmonicos, falta empenho, efeitos não aparecem... Pergunto como está a mixagem, me dizem que está boa , digo para olhar os tópicos de masterização do blog e procurar em videos e livros sobrea assunto, mas também não resolve. A maioria acha que a masterização é pegar a mixagem, colocar no master no master uma compressão "pesada" e deu pra bola. Funciona?Sim! Com um equipamento de R$100.000 e uma sala acusticamente projetada! Pra quem não tem isso, tem criar ou chorar e ainda ter uma paciência para não desanimar e chutar tuo! Hehehe. Esses dias lendo um livro do mestre David Gibson o mesmo falava que toda a mixagem é passada para os ADATS e depois deles saíam para salas de masterização, daí pensei comigo mesmo: "por que não fazer isso com que tenho usando em casa?" pois bem fiz, e consegui uma música bem alta e audível! Como? É que vou passar para vocês...
1)Tenha tudo no seu devidamente lugar!
A primeira coisa que você deve fazer é aumentar valendo o seu monitor de aúdio (retorno) não num volume exagerado mas digamos, de 1 a 10 no 8. Como fazer isso? Coloque uma música comercial rodando num player (como o Winamp) ou num editor de aúdio (como o Sound Forge) e tente colocar a música que está na sua DAW no mesmo volume, sem nenhum plugin no master! Não se precupe e começar a clipar! Se você fosse "passar para o CD" é lógico que tudo iria "achatar e clipar" mas o que vamos fazer aqui é arrumar a mixagem. Mas o por que do volume alto? Porque na hora que você for aumentar tudo isso num CD podem surgir "resultados inesperados", por isso: sempre faça mixagem em volume comercial!
2)Queimando para o CD
Agora que tudo está soando no lugar é hora de queimar para o CD. Para isso agora, você vai reduzir o volume do master até que ele não clip "sem nenhum limiter ou compressor" (ou seja, ao invés de diminuir para - 01 dB possivelmente terá que diminuir para uns -3.5 dB) e lógico colocar um "dither" (http://palcokh.blogspot.com/2011/03/masterizacao-e-mixgem-mais-sobre-dither.html) porque se trata de conversão de audio. O importante não é volume, é não clipar! Procure deixar a música na faixa "quente" ou seja entre 0 dB e - 4.0 dB. Caso a música fique dando muito "duck" (pulos) procure queimar novamente com uma velocidade menor (tipo 4X)
3)Repassando novamente para o computador.
Agora aqui que vem a mágica: primeira mente você tem que ver o que há disponível em casa e lógico tem que ter um aparelho de DVD ou CD! (se não tem peça emprestado) e fazer o seguinte:
A) Colocar a saída auxiliar do DVD/CD na entrada da placa de som do computador.
B) Tocar a faixa gravada para ver como está o volume no "meter" . Deixe o mesmo entre - 3.5 dB ou - 2.0 dB.
C) Grave a faixa manualmente como se gravasse instrumento
Depois de gravar escute a gravação. Você notará que ela está mais alta e mais aguda. Porém ainda há como aumentar mais. Se você fez correto o processo notará que as ondas não estão achatadas e lembram as ondas de música comercial do s anos 80 (bem curvadas) e agora como aumentar mais ? Simples: coloque um equalizador paramétrico e controle o que está em excesso (graves, médios ou agudos) ou um compressor multibanda e após ele coloque um compressor/limiter e vá aumentando o threshold (ou ratio), deixe o output em - 0.1 dB . Para melhor desemprenho, deixe uma música comercial tocando e aumente o threshold (ou ratio) até chegar ao volume da mesma. Deixe o attack em 25 ms e o release em 250 ms. Se você conseguir fazer a música soar com clareza e alto sem distorcer, parabéns! Senão, tente fazer de novo a mixagem.
4)Outros tipos de entrada
Dependendo o que você tem o seu som pode mudar radicalmente!
Por exemplo, se você colocar o cd numa mesa e da mesa passar para o computador, pode cortar "ao vivo" frequências em excesso além de dar um "boost" na entrada do computador!
Se tiver uma placa compatível com ASIO pode mixar ao vivo com um plugin!
Exprimente!
Abraços e ótimo fim de semana!
Dificuldade: De fácil a difícil (depende da sua compreensão)
Salve gente!!! Um pouco parado para variar, mas vamos lá!
Vou postar mais uma técnica de masterização para tentar resolver um velhoi problema. Muita gente me fala que não consegue fazer o volume de suas trilhas ficar igual a de uma música comercial. Falta harmonicos, falta empenho, efeitos não aparecem... Pergunto como está a mixagem, me dizem que está boa , digo para olhar os tópicos de masterização do blog e procurar em videos e livros sobrea assunto, mas também não resolve. A maioria acha que a masterização é pegar a mixagem, colocar no master no master uma compressão "pesada" e deu pra bola. Funciona?Sim! Com um equipamento de R$100.000 e uma sala acusticamente projetada! Pra quem não tem isso, tem criar ou chorar e ainda ter uma paciência para não desanimar e chutar tuo! Hehehe. Esses dias lendo um livro do mestre David Gibson o mesmo falava que toda a mixagem é passada para os ADATS e depois deles saíam para salas de masterização, daí pensei comigo mesmo: "por que não fazer isso com que tenho usando em casa?" pois bem fiz, e consegui uma música bem alta e audível! Como? É que vou passar para vocês...
1)Tenha tudo no seu devidamente lugar!
A primeira coisa que você deve fazer é aumentar valendo o seu monitor de aúdio (retorno) não num volume exagerado mas digamos, de 1 a 10 no 8. Como fazer isso? Coloque uma música comercial rodando num player (como o Winamp) ou num editor de aúdio (como o Sound Forge) e tente colocar a música que está na sua DAW no mesmo volume, sem nenhum plugin no master! Não se precupe e começar a clipar! Se você fosse "passar para o CD" é lógico que tudo iria "achatar e clipar" mas o que vamos fazer aqui é arrumar a mixagem. Mas o por que do volume alto? Porque na hora que você for aumentar tudo isso num CD podem surgir "resultados inesperados", por isso: sempre faça mixagem em volume comercial!
2)Queimando para o CD
Agora que tudo está soando no lugar é hora de queimar para o CD. Para isso agora, você vai reduzir o volume do master até que ele não clip "sem nenhum limiter ou compressor" (ou seja, ao invés de diminuir para - 01 dB possivelmente terá que diminuir para uns -3.5 dB) e lógico colocar um "dither" (http://palcokh.blogspot.com/2011/03/masterizacao-e-mixgem-mais-sobre-dither.html) porque se trata de conversão de audio. O importante não é volume, é não clipar! Procure deixar a música na faixa "quente" ou seja entre 0 dB e - 4.0 dB. Caso a música fique dando muito "duck" (pulos) procure queimar novamente com uma velocidade menor (tipo 4X)
3)Repassando novamente para o computador.
Agora aqui que vem a mágica: primeira mente você tem que ver o que há disponível em casa e lógico tem que ter um aparelho de DVD ou CD! (se não tem peça emprestado) e fazer o seguinte:
A) Colocar a saída auxiliar do DVD/CD na entrada da placa de som do computador.
B) Tocar a faixa gravada para ver como está o volume no "meter" . Deixe o mesmo entre - 3.5 dB ou - 2.0 dB.
C) Grave a faixa manualmente como se gravasse instrumento
Depois de gravar escute a gravação. Você notará que ela está mais alta e mais aguda. Porém ainda há como aumentar mais. Se você fez correto o processo notará que as ondas não estão achatadas e lembram as ondas de música comercial do s anos 80 (bem curvadas) e agora como aumentar mais ? Simples: coloque um equalizador paramétrico e controle o que está em excesso (graves, médios ou agudos) ou um compressor multibanda e após ele coloque um compressor/limiter e vá aumentando o threshold (ou ratio), deixe o output em - 0.1 dB . Para melhor desemprenho, deixe uma música comercial tocando e aumente o threshold (ou ratio) até chegar ao volume da mesma. Deixe o attack em 25 ms e o release em 250 ms. Se você conseguir fazer a música soar com clareza e alto sem distorcer, parabéns! Senão, tente fazer de novo a mixagem.
4)Outros tipos de entrada
Dependendo o que você tem o seu som pode mudar radicalmente!
Por exemplo, se você colocar o cd numa mesa e da mesa passar para o computador, pode cortar "ao vivo" frequências em excesso além de dar um "boost" na entrada do computador!
Se tiver uma placa compatível com ASIO pode mixar ao vivo com um plugin!
Exprimente!
Abraços e ótimo fim de semana!
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Aula visual Gravação e Mixagem: Delayed guitar
Plataforma: Qualquer DAW
Dificuldade: fácil
Vamos continuar na história de fazer "magia" com o delay. Os engenheiros americanos quando querem conseguir um "wide stereo" sempre apelam para o delay nas guitarras (é só escutar algumas músicas do Van Halen, Link Park, Ozzy Osbourne, Hammerfall, etc..) principalmente nas guitarras pesadas. A postagem de hoje é justamente sobre isso.
1)Qual plugin de delay usar?
O qual você está acustumado. Particularmente eu prefiro usar em mono pois o delay estéreo tem a mania da "invadir" o outro lado (por exemplo se está na direita invade a esquerda e vice versa) e o obejtivo aqui é como na postagem anterior: deixar um som seco e outro com delay. Ao fazer isso, você vai perceber de cara que o som da guitarra ganhou mais peso.
2)Um single e um hambucker
Para um resultado mais "expressante" é legal gravar com duas guitarras: uma usando hambucker na ponte e a outra usando single na ponte. O resultado é supreendente! Garantia de peso certo! Porém o video que você vai seguir o produtor fala em "duplicar as pistas" mas particularmente sou mais a favor de dobras.
3) Video
Esse video feito por Daniel Waves (da Waves Arts) mostra como fazer esse efeito usando um delay curto da Waves chamado Doubler (presente no pacote Waves 5.1) . O video está em inglês, por isso é interessante notar os parametros e tentar fazer igual.
Note que ele não coloca "feedback" e ainda usa o plugin em mono.
A música do Van Halen - Panama se nota bem esse efeito. Repare que a guitarra ganha o dobro do tamanho!
Essa técnica pode ser muito útil para quem grava uma guitarra só!
Ótimas gravações!
Dificuldade: fácil
Vamos continuar na história de fazer "magia" com o delay. Os engenheiros americanos quando querem conseguir um "wide stereo" sempre apelam para o delay nas guitarras (é só escutar algumas músicas do Van Halen, Link Park, Ozzy Osbourne, Hammerfall, etc..) principalmente nas guitarras pesadas. A postagem de hoje é justamente sobre isso.
1)Qual plugin de delay usar?
O qual você está acustumado. Particularmente eu prefiro usar em mono pois o delay estéreo tem a mania da "invadir" o outro lado (por exemplo se está na direita invade a esquerda e vice versa) e o obejtivo aqui é como na postagem anterior: deixar um som seco e outro com delay. Ao fazer isso, você vai perceber de cara que o som da guitarra ganhou mais peso.
2)Um single e um hambucker
Para um resultado mais "expressante" é legal gravar com duas guitarras: uma usando hambucker na ponte e a outra usando single na ponte. O resultado é supreendente! Garantia de peso certo! Porém o video que você vai seguir o produtor fala em "duplicar as pistas" mas particularmente sou mais a favor de dobras.
3) Video
Esse video feito por Daniel Waves (da Waves Arts) mostra como fazer esse efeito usando um delay curto da Waves chamado Doubler (presente no pacote Waves 5.1) . O video está em inglês, por isso é interessante notar os parametros e tentar fazer igual.
Note que ele não coloca "feedback" e ainda usa o plugin em mono.
A música do Van Halen - Panama se nota bem esse efeito. Repare que a guitarra ganha o dobro do tamanho!
Essa técnica pode ser muito útil para quem grava uma guitarra só!
Ótimas gravações!
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Aula visual Gravação e Mixagem: Delayed guitar
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Mixagem: truque de delay e chorus na voz
DAW: Sonar ou qualquer outra
Dificuldade: Fácil
Salve gente! Como todo mundo sabe o reverb é o efeito mais usado para voz mas porém ele não serve para todos os estilos principalmente aqueles que envolvem muitos instrumentos e rápidos (como música eletrônica e rock). Porém nessa postagem vou mostar como um delay bem aplicado pode fazer milagres numa voz desde que a mesma esteja gravada descente. Pra começar você deve ter a mão os seguintes plugins: delay e chorus.
A DAW que vou usar é o "Sonar" por ser a mais popular.
1)Montado tracks e busses
Primeiramente você já deve ter a voz decente gravada. Eu gosto de fazer um "overdub" em cima dela (ou seja gravar várias em cima de uma voz) mas clonar a pista
ou duplicar também da certo (desde que não aja conflito de fase) e um detalhe: tem que ser mono, pois a maioria dos delays e chorus são estéreos e o problema é que ambos tem mania de invadir o “campo estéreo” um do outro.

(clique na imagem para ampliar)
2) Voz left: chorus
Esse plugin é gratuito e muito bom: Classic Chorus. Para essa voz basta usar o preset "overdub" para ter a sensação que a voz foi duplicada. Pode ser usar outro chorus e ajustar o seguintes parametros:

(clique na imagem para ampliar)
3)Delay
Para o truque dar certo você deve calcular o tempo do mesmo (aqui no blog na seção downloads você pode baixar um delay calcutor) pois
não importa figura que queira usar ela tem que estar no tempo da música! E não adianta tentar advinhar: aqui o que você precisa fazer é tentar acerta o delay da música começando sempre com valores absurdamentes altos até a se ajustar na música.

(clique na imagem para ampliar)
O truque aqui é fazer com o delay do canal esquerdo seja o “rastro” do chorus do lado direito.
Um exemplo que dou é a música "Policy of Truth" do Depeche Mode. Ouça a abaixo:
Veja como reverb no canal esquerdo sempre forma o rastro do delay do lado direito (note os feedbacks na voz). A pista do chorus está fazendo essa função no lugar do reverb. Porém a melhor maneira de você descobrir e sentir isso é aplicar esse truque sem medo! Experimente também fazer na guitarra, dá excelentes resultados! Pegue também outros efeitos e substitue no lugar do chorus, a possibilidades são muitas!Não esqueça de calcular o delay (na sessão de downloads tem 2 calculadores de delay)
Ótimas Gravações!
Dificuldade: Fácil
Salve gente! Como todo mundo sabe o reverb é o efeito mais usado para voz mas porém ele não serve para todos os estilos principalmente aqueles que envolvem muitos instrumentos e rápidos (como música eletrônica e rock). Porém nessa postagem vou mostar como um delay bem aplicado pode fazer milagres numa voz desde que a mesma esteja gravada descente. Pra começar você deve ter a mão os seguintes plugins: delay e chorus.
A DAW que vou usar é o "Sonar" por ser a mais popular.
1)Montado tracks e busses
Primeiramente você já deve ter a voz decente gravada. Eu gosto de fazer um "overdub" em cima dela (ou seja gravar várias em cima de uma voz) mas clonar a pista
ou duplicar também da certo (desde que não aja conflito de fase) e um detalhe: tem que ser mono, pois a maioria dos delays e chorus são estéreos e o problema é que ambos tem mania de invadir o “campo estéreo” um do outro.
(clique na imagem para ampliar)
2) Voz left: chorus
Esse plugin é gratuito e muito bom: Classic Chorus. Para essa voz basta usar o preset "overdub" para ter a sensação que a voz foi duplicada. Pode ser usar outro chorus e ajustar o seguintes parametros:
(clique na imagem para ampliar)
3)Delay
Para o truque dar certo você deve calcular o tempo do mesmo (aqui no blog na seção downloads você pode baixar um delay calcutor) pois
não importa figura que queira usar ela tem que estar no tempo da música! E não adianta tentar advinhar: aqui o que você precisa fazer é tentar acerta o delay da música começando sempre com valores absurdamentes altos até a se ajustar na música.
(clique na imagem para ampliar)
O truque aqui é fazer com o delay do canal esquerdo seja o “rastro” do chorus do lado direito.
Um exemplo que dou é a música "Policy of Truth" do Depeche Mode. Ouça a abaixo:
Veja como reverb no canal esquerdo sempre forma o rastro do delay do lado direito (note os feedbacks na voz). A pista do chorus está fazendo essa função no lugar do reverb. Porém a melhor maneira de você descobrir e sentir isso é aplicar esse truque sem medo! Experimente também fazer na guitarra, dá excelentes resultados! Pegue também outros efeitos e substitue no lugar do chorus, a possibilidades são muitas!Não esqueça de calcular o delay (na sessão de downloads tem 2 calculadores de delay)
Ótimas Gravações!
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terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Aula visual: mixando com um side chain
DAW: FruitY LoopsDificuldade: Médio
Feliz 2012! Voltamos a ativa!
Pra começar, as postagens agora são
feitas diretamente do meu "pequeno estúdio" ou seja, os exemplos que coloco aqui são feitos na hora e mostra as daw que uso e futuramente vídeos aulas e até aulas on line.
Enquanto isso não acontece vamos a postagem de hoje: mixagem com sidechain.
Sidechain não nenhuma novidade, nasceu junto com o synthpop e a partir dos anos 80 muitos racks de compressão vieram com essa função cujo só tem um obejtivo: fazer com um som escravo rodat igual ao som mestre.Somente em compressores você encontra esse efeito (talvez em algum expander também).Geralmente como o sidechain é praticamente "encenssial" nas músicas do estilo techno, rap, jungle,hip hop, entre outras eletrônicas e o som mestre mais comum é o do bumbo (kick) numa figura de seminima (1 tempo) escravizando geralmente xipo (hit hat), cama (pads) ou baixos (bass). Porém isso só pode ser mais sentido e ouvido do que lido, para isso separei 3 músicas com comentários:
Movie your body - Eiffiel 65
A primeira vez que ouvi o que era side chain foi nessa música. Note que o baixo sempre
responde o bumbo toda vez que o mesmo toca.
sweat - Snoop Doog David Guetta (Remix)
Aqui se houve claramente o side chain, principalmente na hora do pad. Esse efeito é muito comum quando um DJ quer dar um outro andamento a música.
I wanna Go – Britney Spears
O interessante aqui é que tem side chain até na voz (na hora do refrão).Isso faz pouco tempo que começou e pode ter muitas idéias de outras formas de usar um side chain.
Como funciona
O video abaixo mostra essa ação na DAW Fruity Loops:
Basicamente no Fruity Loops ele ira seguir essa figura:
o valor do bumbo, que é uma semínima (2 tempo).
porém note que o esse bumbo contínuo é usado somente para fazer o efeito do side chain, note
que depois o mesmo é "desligado" da pista e deixa somente a sensação do som do bumbo.
Teoricamente, isso poderia ser feito "manualmente", porém pela falta de "impulso" que ele gera
pode ficar quadrado. o mais interessante disso é que você pode usar essa 'figura fantasma"
do bumbo em outras partes da música. Por que não usar numa guitarra num rock para deixar mais marcada ou num baixo num funky pra deixar bem destacado e isso pode ser feito numa música com plugins side chain como este onde o que você precisa ter é apenas a figura do bumbo, porém voltaremos a falar disso numa outra postagem!
Boas gravações!
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sexta-feira, 2 de setembro de 2011
A Composição (para refrletir)
Sei que prometi fazer postagens a cada 2 dias, porém ando dando uma descansada dos trabalhos. Hoje convido a você fazer uma reflexão sobre o é fazer uma música nesse belo texto que meu amigo Erler Gomes postou em seu Facebook esses dias. Semana que vem voltaremos (tentaremos) ao normal. Bom fim de semana!
A Composição.
Uma canção quando está nascendo, quando surge sua primeira faísca, traz consigo uma gama enorme de possibilidades. É um conjunto de sensacões, de idéias, que nem mesmo chegam a formar imagens, que ficam num terreno ainda mais abstrato do que o imagético.
Num segundo momento, algumas imagens se condensam, algumas idéias se organizam. Mas ainda resta uma porosidade, vasos comunicantes entre aquilo que começa a se desenhar e aquilo que ainda está em estado puro, sem limites, latente, caótico.
Quando a canção de fato começa a tomar forma poético musical, quando as notas e os fonemas se encontram nas frases formando sentidos, algo muito grande acontece, mas algo muito maior está se perdendo. Portanto fazer uma canção é um ato de sacrifício. Sacrificam-se as infinitas outras possibilidades em nome de algo que vai agir de forma funcional.
A canção vai parar no rádio e segue vaidosa e sedutora, arrastando quem lhe ouve como um Flautista de Hamelin. Mas, ingênua e egocêntrica, a canção finge ignorar que o grande manancial de onde ela veio lá permanece, imanente, indecifrável.
Por isso deixo muitas canções inacabadas. E as toco, de vez em quando, dessa forma, sem havê-las concluído, pois que assim conservam sua imensidão, mesmo que não consiga de fato vislumbrá-la em sua totalidade.
Assim também vejo a vida. As relações entre ego e self. Entre consciente e inconscinente.
Na vida também temos que fazer escolhas. Temos que sacrificar possibilidades em nome de um “caminho a seguir”. Por isso, às vezes, queria ser muitos, queria tomar o espaço tempo e multiplicá-lo e com ele multiplicar-me também
Dizem que guardamos em nós uma porção divina. E, se Deus é onipresente e onisciente, deve ser isso que acontece. Deve ser uma memória que essa particula guarda dentro de nós que gostaria de tudo ser e em tudo estar. A física quântica nos traz novas possibilidades de compreensão e de consciência. Em geral as pessoas acompanham os avanços da ciência como algo externo, material, que nos possibilita mais conforto, mais seguranca e prazer.
Mas algo se processa internamente na humanidade. E aí vou evocar Nietzsche mais uma vez: devemos pensar no além do homem, no super homem e deixarmos de nos comportar como meros primatas.
( Antonio Villeroy )
A melhor música que encaixa com isso tudo simplesmente é essa:
Bailes da vida foi a primeira música que toquei em público há exatamente 18 anos atrás...
A Composição.
Uma canção quando está nascendo, quando surge sua primeira faísca, traz consigo uma gama enorme de possibilidades. É um conjunto de sensacões, de idéias, que nem mesmo chegam a formar imagens, que ficam num terreno ainda mais abstrato do que o imagético.
Num segundo momento, algumas imagens se condensam, algumas idéias se organizam. Mas ainda resta uma porosidade, vasos comunicantes entre aquilo que começa a se desenhar e aquilo que ainda está em estado puro, sem limites, latente, caótico.
Quando a canção de fato começa a tomar forma poético musical, quando as notas e os fonemas se encontram nas frases formando sentidos, algo muito grande acontece, mas algo muito maior está se perdendo. Portanto fazer uma canção é um ato de sacrifício. Sacrificam-se as infinitas outras possibilidades em nome de algo que vai agir de forma funcional.
A canção vai parar no rádio e segue vaidosa e sedutora, arrastando quem lhe ouve como um Flautista de Hamelin. Mas, ingênua e egocêntrica, a canção finge ignorar que o grande manancial de onde ela veio lá permanece, imanente, indecifrável.
Por isso deixo muitas canções inacabadas. E as toco, de vez em quando, dessa forma, sem havê-las concluído, pois que assim conservam sua imensidão, mesmo que não consiga de fato vislumbrá-la em sua totalidade.
Assim também vejo a vida. As relações entre ego e self. Entre consciente e inconscinente.
Na vida também temos que fazer escolhas. Temos que sacrificar possibilidades em nome de um “caminho a seguir”. Por isso, às vezes, queria ser muitos, queria tomar o espaço tempo e multiplicá-lo e com ele multiplicar-me também
Dizem que guardamos em nós uma porção divina. E, se Deus é onipresente e onisciente, deve ser isso que acontece. Deve ser uma memória que essa particula guarda dentro de nós que gostaria de tudo ser e em tudo estar. A física quântica nos traz novas possibilidades de compreensão e de consciência. Em geral as pessoas acompanham os avanços da ciência como algo externo, material, que nos possibilita mais conforto, mais seguranca e prazer.
Mas algo se processa internamente na humanidade. E aí vou evocar Nietzsche mais uma vez: devemos pensar no além do homem, no super homem e deixarmos de nos comportar como meros primatas.
( Antonio Villeroy )
A melhor música que encaixa com isso tudo simplesmente é essa:
Bailes da vida foi a primeira música que toquei em público há exatamente 18 anos atrás...
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